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    • Post de deputado federal diz que 'quarentena aumenta os casos' da doença. Rede social também aplicou novas restrições a publicações de outros políticos, inclusive do presidente Jair Bolsonaro. Post do Osmar Terra com aviso de sanção do Twitter Twitter/Reprodução O Twitter incluiu um aviso de sanção em um post publicado pelo deputado federal Osmar Terra neste sábado (4). O post dizia que " a quarentena aumenta o número de casos do coronavírus". A informação é contrária ao posicionamento do Ministério da Saúde e também da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em nota, o Twitter diz que "anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19." "Entre as medidas que podemos tomar em caso de violação a essas regras está a aplicação do aviso de interesse público nos casos em que líderes violam nossas diretrizes específicas para Covid-19. À medida que a pandemia evolui, queremos garantir que estamos usando nosso aviso para manter um registro público, oferecendo às pessoas mais contexto sobre o que seus líderes estão dizendo e garantindo que eles sejam capazes de se responsabilizar por seus comportamentos." Jair Bolsonaro também publicou informações que feriram as regras do Twitter. No último domingo (29), o Twitter excluiu dois posts do presidente. Nesta sexta-feira (3), publicações do pastor Silas Malafaia também foram retiradas do ar. Twitter apaga duas postagens do presidente Jair Bolsonaro Initial plugin text

    • A GM alega que medida é necessária para preservar empregos e que as medidas são temporárias, devendo durar cerca de dois meses, de acordo com a evolução do cenário da pandemia. Após negociações, GM propõe redução do salário de 90% dos funcionários, segundo sindicato. Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM), dona da Chevrolet, propôs a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários para 90% dos funcionários da fábrica de São José dos Campos (SP). A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos que encerrou neste sábado (4) uma rodada de quatro negociações com a montadora. As propostas foram feitas com base na Medida Provisória (MP) 936, que autoriza a suspensão dos contratos de trabalhos em empresas, durante a pandemia de coronavírus. A empresa confirma a negociação (leia mais abaixo). Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas A GM tem cerca de 3,8 mil funcionários em São José e pela proposta, somente cerca de 100 funcionários que continuam trabalhando na planta receberiam o salário integral. Os demais teriam os salários reduzidos entre 5% a 25%, de acordo com faixas salariais (veja abaixo): Quem ganha até R$ 2.090,00 – vai receber 95% do salário De R$ 2.090,01 a R$ 5.000 – 90% De R$ 5.000,01 a R$ 10.000 - 85% De R$ 10.000,01 – R$ 20.000 – 80% Acima de R$ 20.000 – 75% O sindicato informou que a proposta final será votada pela internet pelos metalúrgicos nos próximos dias. Por enquanto, todos os trabalhadores estão em férias coletivas, que terminam no dia 12 de abril. "Deixamos na mesa de negociação a proposta de licença remunerada por dois meses, prorrogável por mais dois, e estabilidade por 12 meses. Após o período de coronavírus, já vemos uma recessão vindo. O mais importante para os trabalhadores é a estabilidade. A MP do governo não dá a proteção devida ao trabalhador", disse o vice-presidente do sindicato da categoria em São José dos Campos, Renato Almeida. O sindicato informou ainda que defendeu o lay-off sem redução salarial, mas que a empresa não aceitou. O que diz a GM Em nota, a GM informou que 'vem tomando medidas que visam proteger a saúde dos colaboradores em meio à pandemia de Covid-19, ao mesmo tempo em que busca alternativas para garantir o futuro do negócio e que neste sentido, foram implementadas medidas como banco de horas, férias coletivas, planos de redução de custos e, inclusive, adiamento de investimentos'. Entretanto, a montadora informou que 'neste momento de crise sem precedentes que o Brasil e o mundo enfrentam e, num esforço para manter os empregos, a empresa está discutindo com os sindicatos outras medidas, que incluem lay-off e redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial'. A GM disse ainda que o pacote foi aprovado pela ampla maioria dos empregados das fábricas de São Caetano do Sul, Gravataí, Joinville e Mogi das Cruzes, e do Campo de Provas de Indaiatuba em assembleia digital promovida pelos sindicatos dos metalúrgicos e que a proposta inclui: Um programa de redução de jornada e salário para empregados que seguem trabalhando em home office, inclusive o Presidente e toda a liderança em diferentes percentuais; Para empregados até nível de gerência: uma hora de redução na jornada diária com 12,5% de redução no salário; Para executivos de nível de diretoria e acima, o impacto será de 25% de redução no salário. Um programa de lay-off que impacta a maior parte dos empregados horistas e mensalistas de todas as área e níveis do Brasil com redução salarial entre 5% e 25% do salário de acordo com faixa salarial. A GM informou que estas medidas terão duração inicial de dois meses com possibilidade de extensão, podendo ser canceladas em caso de retorno da demanda do mercado a uma situação de normalidade e que a montadora está avaliando junto aos sindicatos as oportunidades estabelecidas pela MP 936, com o objetivo de adaptar as medidas aprovadas às novas regras apresentadas pelo governo. Na nota a GM ainda ressaltou que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Além disso, a empresa disse estar acompanhando a evolução do cenário e que estará pronta para retomar as atividades assim que for possível.
    • Com a testagem em massa, segundo o ministro, quem não estiver contaminado poderá voltar a circular 'lá na frente'. Guedes ainda afirmou, sem detalhar, que governo autorizou antecipação de feriados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (4) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de "passaporte da imunidade". Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus. A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). "Hoje de manhã conversávamos com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade. Ele faz 40 milhões de teste. Ele coloca disponíveis para nós, brasileiros, 40 milhões de testes por mês", disse Guedes aos empresários. Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde). Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente não estiver contaminado pelo coronavírus poderá deixar o isolamento. Isso, segundo Guedes, seria para os "jovens". Os idosos seguiriam em casa. "Veja bem, isso não é agora. Agora, nós estamos em isolamento. Nós estamos planejando uma saída", destacou. O ministro afirmou que o país enfrentará duas "ondas": a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. "Lá na frente vem uma segunda onda, que é econômica, e nós vamos ter que furar a segunda também", completou. Guedes disse que as negociações com o "amigo" da Inglaterra estão pensando "lá na frente". "As pessoas vão sendo testadas, pode ser semanalmente, quem estiver livre continua trabalhando, os mais jovens, os idosos ficam em casa. E fazendo o teste você consegue ir girando a economia", afirmou. Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos ao setor. Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das "maquininhas" de cartão para o repasse do recurso. Feriados em 2020 Durante a videoconferência, um empresário sugeriu a Guedes que o governo antecipe os feriados para que, passada a crise do coronavírus, os pequenos e microempresários possam abrir mais dias e, assim, vender mais. O ministro, então, disse que a ideia era "excelente". "Essa proposta de antecipação dos feriados, trazer tudo para agora e deixar o Brasil para retomada e para a recuperação, é uma excelente sugestão. Pegar os feriados do ano inteiro e jogar para essa fase, já que estamos no isolamento. Estamos passando nossos sábados, domingos e feriados juntos, de uma vez. Até porque, quando sairmos, vamos ter vontade de sair, comprar, abraçar os amigos, ir para restaurantes, vamos precisar disso, até do ponto de vista de ressurreição espiritual", respondeu o ministro. Pouco tempo depois, ainda na videoconferência, Paulo Guedes disse que a medida já foi adotada pelo governo e que ele soube da ideia há cerca de três semanas. "Nós já autorizamos a antecipação dos feriados. Foi pedida agora, nós já tínhamos autorizado", disse o ministro aos empresários. Sem dar detalhes, Paulo Guedes acrescentou: "É com satisfação que digo que a antecipação dos feriados, que foi sugerida aqui, que eu fiquei animado, fico animado com uma boa ideia, fiquei animado com essa ideia três semanas atrás, e já foi antecipado. Então, para você ver que grande notícia. Já aconteceu." Initial plugin text

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