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    • País deixou de fazer na última sexta pagamentos de cerca de US$ 500 milhões. A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating de crédito de longo prazo em moeda estrangeira da Argentina de "C" para "Rd" - default (calote) restrito. O rebaixamento, anunciado nesta terça-feira (26), reflete a falha das autoridades em pagar os juros devidos sobre três bônus soberanos no período previsto, até 22 de maio. "Isso marca um evento de default de acordo com os critérios da Fitch" sobre os ratings soberanos, apontou a agência em nota. O rating de crédito da moeda local da Argentina foi mantido em "default restrito". A nota do país já havia sido rebaixada de CC para C no mês passado, citando risco de inadimplência iminente. Falta de pagamento Argentina entra oficialmente em moratória A Argentina deixou de fazer ​​na última sexta (22) pagamentos de cerca de US$ 500 milhões em cupons de bônus já atrasados, disseram credores a uma agência de classificação de risco, marcando o nono default soberano do país em meio a negociações de reestruturação com credores. A inadimplência em três títulos ocorreu no momento em que as negociações para dar nova cara a cerca de US$ 65 bilhões em dívida externa se intensificaram, com o ministro da Economia, Martín Guzmán, dizendo que as negociações estavam em um curso positivo, apesar da "distância importante" até um acordo. Possibilidade de retomada Segundo a Fitch, a Argentina continua a negociar com credores uma ampla reestruturação de sua dívida. Os detentores dos títulos rejeitaram a oferta inicial feita pelo governo em 16 de abril, e enviaram contra-ofertas. O governo estendeu o prazo para completar as negociações de 22 de maio para 2 de junho. As partes envolvidas indicaram algum progresso nas negociações, mas permanecem incertezas sobre as perspectivas de chegar a um acordo. Caso a negociação seja positiva e as relações normalizadas com a comunidade financeira internacional, "na visão da Fitch, resultaria em uma elevação dos ratings soberanos de 'RD' para um nível consistente com os fundamentos de crédito", aponta a agência.

    • Pandemia de coronavírus vai provocar um aumento da dívida do setor de US$ 430 bilhões para US$ 550 bilhões. Para a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), a ajuda financeira é a tábua de salvação para que as operações das companhias aéreas não sucumbam à crise provocada pela pandemia de covid-19. "O auxílio dos governos está ajudando a manter a indústria. O próximo desafio será impedir que as companhias aéreas afundem sob o peso da dívida que esta ajuda está criando", disse Alexandre de Juniac, diretor-geral da associação, em nota. Segundo estimativas da Iata, a pandemia, que prejudica as operações das companhias aéreas no mundo, vai colaborar para aumentar a dívida do setor de US$ 430 bilhões para US$ 550 bilhões, ou 28%, até o fim do ano. Latam pede recuperação judicial nos Estados Unidos Avião da companhia aérea Latam no pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo Celso Tavares/G1 Do montante de US$ 120 bilhões de alta na dívida para 2020, fatia de US$ 67 bilhões é referente a empréstimos do governo, impostos diferidos e garantias de empréstimos, enquanto os US$ 52 bilhões restantes são empréstimos comerciais, dívida do mercado de capitais, débitos de novos arrendamentos operacionais e acesso às linhas de crédito existentes. Os governos ao redor do mundo se comprometeram com US$ 123 bilhões para resgatar as empresas, mas US$ 67 bilhões deste valor precisarão ser reembolsados. Do saldo restante, fatia de US$ 34,8 bilhões é relacionada a subsídios salariais, seguido por financiamento de ações (US$ 11,5 bilhões) e desoneração ou subsídio fiscal (US$ 9,7 bilhões). "Menos de 10% [dos auxílios do governo] serão adicionados ao patrimônio da companhia aérea. Isso muda completamente o quadro financeiro da indústria. Pagar a dívida dos governos e credores privados significará que a crise vai durar muito mais do que o tempo necessário para a demanda de passageiros se recuperar ”, afirmou de Juniac. O resgate financeiro pelos governos, de US$ 123 bilhões, será equivalente a 14% da receita do setor em 2019, que totalizou US$ 838 bilhões. Essa proporção é maior para as empresas da América do Norte, representando 25% ou US$ 66 bilhões de auxílio. Na Europa, corresponde a 15% da receita no ano passado ou US$ 30 bilhões. Na América Latina, a quantia corresponde a US$ 3 bilhões, ou 0,8% da receita das aéreas em 2019. Segundo o diretor-geral da Iata, os governos de países como Austrália, Itália, Tailândia, Turquia e Reino Unido reagiram rapidamente para ajudar na recuperação do setor.
    • Diretoria da agência elevou para R$ 16,1 bilhões a proposta de teto para empréstimo bancário e incluiu a possibilidade de cobrir custos com revisões tarifárias de algumas distribuidoras. A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (26) a abertura de consulta pública para debater uma proposta de norma para o empréstimo bancário bilionário que vai socorrer o setor elétrico. Na semana passada o governo federal já havia publicado um decreto estabelecendo regras para o empréstimo. O decreto, entretanto, atribui à Aneel a definição de alguns pontos, entre eles o valor teto para o empréstimo bancário. A proposta, relatada pela diretora Elisa Bastos e aprovada por unanimidade pela diretoria da agência, estabelece que o empréstimo terá teto de R$ 16,1 bilhões. Na segunda (25), o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, havia informado ao G1 que o teto para o empréstimo seria de R$ 15,6 bilhões. Entretanto, em reunião nesta terça, a diretoria da agência decidiu propor ajustes na norma, entre eles a possibilidade de que o empréstimo cubra mais um custo, relativo a reajustes extraordinários programados para 2020 para tarifas de algumas distribuidoras. Com essas mudanças, a proposta da Aneel para o teto do empréstimo passou para R$ 16,1 bilhões. A agência, porém, poderá voltar atrás no aumento do teto do empréstimo após a consulta pública (leia mais abaixo). A proposta ficará em consulta pública entre 27 de maio e 1º de junho. Depois disso, a diretoria da Aneel volta a analisar o assunto. Buraco financeiro O empréstimo virá de um conjunto de bancos, coordenados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A maior parte desses recursos vai servir para cobrir um buraco financeiro no setor elétrico causado pela queda no consumo de energia e aumento da inadimplência durante a pandemia do novo coronavírus. A Aneel afirma que o empréstimo também beneficia os consumidores, pois vai permitir o adiamento e o parcelamento de custos extras que seriam cobrados nas contas de luz já em 2020 e que levariam a um aumento médio de 11,5% nas tarifas de energia. Esses custos extras vêm, por exemplo, do encarecimento da energia produzida pela hidrelétrica de Itaipu por causa da disparada do dólar nos últimos meses, e do aumento no valor que é pago para remunerar o serviço de transmissão de energia, devido à entrada em operação de novas linhas. Na prática, portanto, o empréstimo vai antecipar às distribuidoras esses valores extras que já seriam pagos pelos consumidores nas contas de luz a partir de 2020. E permitir que os consumidores paguem essa conta apenas a partir de 2021, em 60 parcelas. Os reajustes tarifários previstos para este ano vão acontecer, mas, de acordo com a Aneel, eventuais altas nas tarifas serão menores. O empréstimo será pago com recursos que virão de um encargo a ser cobrado nas contas de luz a partir de 2021. Como a parcela do empréstimo que será destinada a cada distribuidora será diferente, o valor que será pago por cada consumidor vai variar. Reajustes extraordinários Durante a reunião desta terça, os diretores da Aneel Sandoval Feitosa e Efrain Pereira propuseram que, além do buraco financeiro criado pela queda no consumo de energia e pelo aumento da inadimplência, o empréstimo também pudesse cobrir custos extras com revisões tarifárias extraordinárias. Essas revisões extraordinárias, apontaram eles, serão votadas pela agência nas próximas semanas e vão deixar mais caras as contas de luz de parte dos consumidores do país. Os diretores citaram, entre as distribuidoras que vão passar pela revisão extraordinária, aquelas que pertenciam à Eletrobras, leiloadas no final de 2018, e que atendem aos estados do Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre, Piauí e Alagoas. Efrain Pereira apontou que as revisões extraordinárias devem gerar aumento médio superior a 20% nas tarifas de algumas dessas distribuidoras. “É justo, no meio da pandemia, a população desses estados enfrentar esse reajuste? Não é justo, seria insensibilidade nossa”, disse Pereira. Em meio ao debate, o procurador-geral da Aneel, Luiz Eduardo Diniz Araújo, pediu a palavra e afirmou que, na visão dele e da procuradoria, não seria possível elevar o teto do empréstimo para permitir a cobertura das revisões extraordinárias. “Isso [inclusão das revisões extraordinárias] está além do decreto”, disse ele, se referindo ao decreto publicado pelo governo federal na semana passada e que traz as regras para o empréstimo. A diretoria da Aneel, entretanto, entendeu que o decreto permite a inclusão e votou, por unanimidade, por elevar a proposta de teto para o empréstimo e permitir a cobertura das revisões extraordinárias. Entretanto, a agência informou que poderá rever esse aumento do teto caso, durante consulta pública, chegue à conclusão de que realmente não é possível usar o empréstimo para cobrir mais esse custo. Governo federal vai ajudar distribuidoras de energia elétrica por causa da crise da Covid

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