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    • Comércio vai inaugurar em dezembro e salários chegam a R$ 2,2 mil. Confira os cargos. Araraquara tem vagas de emprego em loja de artigos para casa Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Uma loja de artigos para casa está com 59 vagas distribuídas entre 12 cargos, em Araraquara (SP). O estabelecimento comercial vai inaugurar na primeira semana de dezembro e as oportunidades são para início imediato. Interessados devem cadastrar os currículos no site da loja. O maior número de oportunidades é para o cargo de atendente de loja. Os salários variam de R$ 1,3 mil a R$ 2,2 mil e as vagas são de caráter efetivo (confira abaixo a quantidade de vagas para cada cargo). Veja as vagas para cada cargo Assistente administrativo - 1 vaga; Atendente de loja - 30 vagas; Auxiliar de departamento pessoal - 1 vaga; Auxiliar de depósito - 4 vagas; Auxiliar de reposição - 4 vagas; Auxiliar de serviços gerais - 2 vagas. Controlador de acesso - 1 vaga; Encarregado de estoque - 1 vaga; Encarregado de loja - 2 vagas; Fiscal de caixa - 2 vagas; Fiscal de loja - 1 vaga; Operador de caixa - 10 vagas; O processo seletivo terá duas etapas: análise do currículo e entrevista. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.

    • Agência de Telecomunicações americana está propondo cobrar das operadoras de telefonia do país a retirada e substituição de equipamentos das fabricantes chinesas. Huawei apresentou tecnologias para o setor automobilístico durante o Saláo de Xangai. REUTERS/Aly Song O chefe do departamento de Justiça dos Estados Unidos, William Barr, afirmou nesta quinta-feira (14) que Huawei e a ZTE "não são confiáveis" e classificou as companhias chinesas como um risco à segurança. Os comentários foram feitos durante apoio de Barr a uma proposta para impedir que operadoras de telefonia móvel que atuam em áreas rurais dos EUA acessem US$ 8,5 bilhões em fundos governamentais para compra de equipamentos ou serviços das duas companhias chinesas. Huawei aguarda aval do governo dos EUA para voltar a usar sistema Android A Agência Federal de Telecomunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) vai decidir em 22 de novembro sobre o plano envolvendo as verbas federais e está propondo cobrar das operadoras de telefonia do país a retirada e substituição de equipamentos das fabricantes chinesas. Barr afirmou em uma carta à FCC que "o histórico delas, bem como as práticas do governo chinês, demonstram que Huawei e ZTE não são confiáveis". Ele acrescentou que "não devemos indicar que Huawei e ZTE sejam algo além de uma ameaça a nossa segurança coletiva, porque é isso exatamente o que elas mostraram ser por suas próprias ações". Representantes de Huawei e ZTE não comentaram o assunto de imediato.

    • Like Patrol podia registrar likes e interações para mostrar atividade de pessoas específicas na rede social. A Apple retirou da App Store o LikePatrol, um aplicativo que mostrava todas as interações visíveis de alguém no Instagram. O programa, que agia como uma um "stalker" de quem o usuário seguia no Instagram, também recebeu uma carta do próprio Facebook, que é dono do Instagram, alegando violações nos termos de uso da rede social. Para produzir seus relatórios e resumos de interações e curtidas dos perfis, o Like Patrol recolhia informações dos perfis dos usuários de forma automatizada. O serviço era cobrado. A proposta do Like Patrol ia de encontro às mudanças recentes do Instagram. Depois de ocultar o número de curtidas, a rede social removeu a aba "Seguindo", que deixava exposta as interações de quem o usuário seguia. Além de recriar esses recursos, o Like Patrol ainda gerava um "ranking", baseado nas interações em um determinado perfil. O grau de popularidade que esse perfil tinha era determinado por interações de modelos ou de outros usuários famosos. Like Patrol utilizava informações públicas do Instagram de maneira intrusiva. Termos de uso da rede social vedam a utilização de programas de coleta de dados automatizada. Reprodução Sinal de alerta De acordo com declarações do criador do Like Patrol, Sergio Luis Quintero, nenhuma informação era centralizada — tudo era armazenado no próprio celular do usuário. O app agia como uma tela de acesso ao Instagram, apenas "reorganizando" as informações já disponíveis. Em outras palavras, qualquer um pode ver essas mesmas informações – basta acessar os perfis das pessoas e contabilizar as curtidas e comentários. O Like Patrol era uma espécie de "robô" para facilitar esse processo. Na prática, embora o aplicativo tenha sido removido da App Store – e ele nunca foi publicado na Play Store, do Android –, quem utiliza o Instagram precisa ter ciência de que essas informações são públicas. Também é possível que as funções do Like Patrol fiquem mais acessíveis. Quintero disse que pretende liberar o código fonte do programa, o que permitiria replicar suas funções. De uma forma, os termos de uso da Instagram dizem que é proibido "criar contas ou coletar informações de modo automatizado sem nossa permissão expressa". Descumprir a regra pode fazer com que uma conta seja suspensa ou banida. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. Selo Altieres Rohr Ilustração: G1

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