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    • Bolsonaro desiste de Feder e procura outro nome para o Ministério da Educação O presidente Jair Bolsonaro procura outro nome para comandar o Ministério da Educação, depois de ouvir críticas de seus grupos de apoio e resistências dentro do governo ao nome de Renato Feder, secretário da área no Paraná. Segundo o relato de assessores próximos do presidente, ele faz consultas acerca de outros nomes, mas insiste que o próximo ministro da Educação precisa estabelecer uma gestão técnica e ter uma relação harmoniosa com outros poderes, como o Congresso, onde as regras do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) precisam ser definidas até dezembro. Bolsonaro havia ligado para Renato Feder na noite de quinta (2) e chegou a convidá-lo para ir a Brasília nesta segunda (6), numa sinalização de que ele seria nomeado ministro. A ideia não foi adiante. Essa é a segunda vez que Feder foi descartado para o comando do MEC. Ele chegou a encontrar o presidente no Planalto há cerca de 10 dias, antes de Bolsonaro escolher Carlos Alberto Decotelli, que por inconsistências no currículo não chegou a ser efetivado. Renato Feder, secretário da Educação e do Esporte do Paraná, chegou a conversar por telefone com o presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (2) Divulgação/Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná O nome de Feder, empresário da área de tecnologia, teve muita resistência entre os grupos ideológicos com influência no governo e que até a saída de Abraham Weintraub tinham controle do MEC. Mas lideranças evangélicas, inclusive no Congresso, também manifestaram receio de que Feder não estaria alinhado com ideias conservadoras do grupo.

    • De todas as montanhas de lixo geradas no mundo, a dos eletroeletrônicos é a que cresce mais rápido: são 53 milhões de toneladas por ano. Teoricamente, tudo poderia ser reciclado. O Laboratório Federal para Ciência e Tecnologia de Materiais da Suíça (Empa) registrou a reciclagem informal de lixo eletrônico em 11 países do mundo. Na imagem, uma área de descarte de eletrônicos em Acra, capital de Gana, na África Empa – ewaste Se as regiões com a maior produção per capita de lixo eletrônico forem escurecidas num mapa mundi, ficará escuro na Europa, na América do Norte, na Austrália e na Nova Zelândia. Um americano gera, em média, mais de 19 kg de lixo eletrônico por ano. Um alemão, cerca de 23 kg, e um norueguês, até mesmo mais de 28 kg. Em todo o mundo são 53 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, composto de todo tipo de aparelhos, como celulares, computadores, geladeiras e células fotovoltaicas, afirma o mais recente estudo sobre o tema, apresentado pela Universidade das Nações Unidas nesta quinta-feira (07). Estudo calcula que em 2030 a quantidade global anual de lixo eletrônico poderá passar dos 74 milhões de toneladas Geert Vanden Wijngaert/AP A maior parte desses produtos vai parar no lixo - ainda que eles não sejam, nem de longe, sem valor. Dentro deles há, com frequência, materiais como ouro, prata, platina, cobre, ferro ou terras raras, no valor total estimado de 57 bilhões de dólares. Mesmo assim, no ano passado menos de um quinto dessa montanha de lixo foi reciclada. O resto tem destino incerto. Em parte vai parar no lixo comum e acaba sendo largada num lixão ou queimada. Outra parte vai parar na mão de comerciantes que consertam eletrodomésticos e os revendem em países de renda per capita mais baixa do que as nações industrializadas. Uma parte considerável desse lixo (estimativas afirmam que de 7% a 20%) é exportada de forma ilegal, sob o manto do reaproveitamento ou sob o pretexto de que se trata de sucata. Assim, velhos equipamentos eletrônicos de países ricos vão parar em depósitos de lixo no Leste Europeu, na Ásia ou na África. Lá acabam sendo recolhidos e desmontados ou simplesmente queimados. Esse desmonte ocorre sem o uso de luvas ou qualquer tipo de proteção. A queima também é perigosa, tanto para a saúde humana como para o meio ambiente, pois, além de materiais valiosos, eletrodomésticos também podem conter substâncias venenosas. Para diminuir o lixo eletrônico, especialista defendem a criação de novos ciclos econômicos Eloisa lopez/Reuters Todo o lixo eletrônico gerado no mundo contém cerca de 50 toneladas de mercúrio, 71 mil toneladas de produtos retardante de chamas bromados e 98 milhões de toneladas de CO2 equivalentes, afirma o estudo. De todas as montanhas de lixo geradas no mundo, a dos eletroeletrônicos é a que cresce de forma mais rápida. "Nos últimos cinco anos, a quantidade de lixo eletrônico cresceu três vezes mais rapidamente do que a população mundial e 13% mais rapidamente do que o PIB de todos os países", afirma o presidente da Associação Internacional de Resíduos Sólidos, Antonis Mavropoulos. "Há uma classe média crescente em muitos países que, há alguns anos, ainda eram típicos países em desenvolvimento. E neles há uma grande demanda reprimida", comenta Rüdiger Kühr, um dos autores do estudo e diretor do programa de ciclos sustentáveis da Universidade das Nações Unidas na Europa. Além disso, há cada vez mais aparelhos elétricos, diz Kühr, mencionando como exemplos o carro elétrico, a bicicleta elétrica e até jogos de salão. E a velocidade com que novos computadores e celulares tiram do mercado os modelos antigos também aumenta. Assim, a quantidade global anual de lixo eletrônico poderá passar para 74 milhões de toneladas em 2030, calcula o estudo. Isso poderá resultar em tragédia para o meio ambiente e para a saúde de muitas pessoas. Kühr defende a criação de novos ciclos econômicos. Por exemplo, os consumidores não comprariam mais os produtos, mas o serviço por eles prestado. O produto continuaria sendo propriedade do fabricante. Mas não precisa ser assim. Kühr afirma que a cota de reciclagem de eletrônicos poderia chegar a 100%. Mas o mundo está longe disso. Mesmo na Europa, onde se queria chegar a 65% em 2019, a cota atual é de 42%. Como este teria interesse em oferecer o melhor serviço aos seus clientes, teria também interesse em oferecer bons produtos e em investir em inovações. Ele também teria interesse em fabricar produtos mais fáceis de serem consertados e de serem reciclados, pois venderia o serviço que o produto oferece e não o próprio produto. Esse modelo já existe em alguns países, por exemplo com celulares ou máquinas copiadoras. Kühr defende ainda que o consumidor exija dos fabricantes mais informações sobre os efeitos dos produtos sobre o meio ambiente e sobre a taxa de reciclagem deles. Essas informações já existem, mas não são utilizadas como argumento de compra. "Acho espantoso que, no atual debate sobre as mudanças climáticas, no qual o setor automobilístico e a aviação civil fazem publicidade com iniciativas ambientais, a indústria de eletroeletrônicos deixe completamente de lado esse tema", diz Kühr.
    • Variedade foi desenvolvida pela UFSCar e produção de sementes em escala comercial deve ocorrer ainda neste mês. Saiba como ela é. Adocicada e ardida, conheça a Maria bonita, nova pimenta desenvolvida no Brasil A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo lançou uma nova variedade de pimenta que está agradando agricultores e chefes de cozinha: a Maria bonita. VEJA receitas com a pimenta A novidade surgiu para melhorar as características da pimenta biquinho, é como se a Maria Bonita fosse a “neta” dessa variedade, sendo 4 vezes mais pesada. “Ela é altamente produtiva, por exemplo, produz o dobro da biquinho e apresenta frutos maiores, o que facilita a colheita”, explica o engenheiro agrônomo da UFSCar Fernando Sala, responsável pelo desenvolvimento da variedade. O nome da pimenta, diz o pesquisador, surgiu para homenagear as mulheres do Brasil. Afinal, Maria é o nome feminino mais popular que existe e bonita é um adjetivo perfeito para as brasileiras. No campo Cada pé de Maria bonita rende de 10 a 12 kg de pimenta e pode produzir por até um ano. Da semente até a muda, são 30 dias e, depois de plantada na lavoura, demora mais 60 dias para realizar a primeira colheita. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A agricultura Mônica Portella foi a primeira a produzir a pimenta e gostou do resultado. Ela fez o plantio de 2 mil pés há um ano e agora vai dobrar a plantação. “Ela já é um xodó nosso. Todas as pessoas que entraram em contato com os produtos e com a Maria bonita tem se demonstrado bem positivo com relação ao paladar e a estrutura que apresenta”, diz. A pimenta que sai da lavoura vai para a agroindústria da Mônica, que tem 3 funcionárias que fazem o processamento de 200 kg de Maria bonita por dia. No paladar A Maria bonita tem uma coloração vermelha bem chamativa e, no paladar, o sabor mistura um pouco de doce com o ardido. Mônica já está vendendo a pimenta in natura e outros produtos beneficiados em São Paulo. O Globo Rural visitou o restaurante do chef César Costa, que já usa a Maria bonita para conhecer algumas receitas com ela. “A gente adorou o produto logo de cara. Ela tem características únicas que se torna uma especiaria para a gastronomia, e a gente começa a fazer vários testes”, diz. Costa preparou pratos deliciosos, como galinhada e até mousse de chocolate. Para ver as receitas, clique aqui. Larga escala As características da Maria bonita chamaram a atenção de uma empresa, que fez parceria com a UFSCar para produzir sementes da variedade em larga escala. Os royalties da comercialização vai para a universidade. A expectativa é que sejam produzidos de 10 a 15 kg de sementes de pimenta só neste ano, isso corresponde a cerca de 4 milhões de plantas. A empresa está em fase final de produção dos primeiros lotes da semente e devem chegar ao mercado ainda neste mês. Pimentas no Brasil e no mundo São mais de 35 espécies de pimenta espalhadas pelo mundo, com milhares de variedades. Desde as mais conhecidas, como a dedo de moça, até as ornamentais. As pimentas fazem parte da história da humanidade, há evidência de que elas já estavam presentes entre os povos andinos, há cerca de 4 mil anos antes de Cristo. No Brasil, elas já eram consumidas muito antes da colonização portuguesa e foram domesticadas pelos índios, principalmente na Amazônia. Por muitos anos, eles foram os verdadeiros guardiões de algumas espécies. Hoje em dia, as pimentas são cultivadas em sua grande maioria por agricultores familiares. “A gente estima que a área de produção de pimenta no Brasil é em torno de 5 mil hectares, mas não há dados oficiais”, diz Fernando Sala, da UFSCar. O Brasil tem duas espécies importantes: a Capsicum baccatum, que tem a dedo de moça como representante e a Capsicum chinese, da qual a pimenta biquinho, “avó” da Maria bonita, faz parte.

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