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    • Um calçado de corrida, por exemplo, deve passar de US$ 150 para US$ 206, se Trump continuar impondo tarifas sobre as importações chinesas. O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita na mesa), e o presidente da China, Xi Jinping, juntamente com as delegações dos dois países, durante jantar após a cúpula do G20 em Buenos Aires Kevin Lamarque/Reuters Os consumidores dos Estados Unidos precisam se preparar para pagar mais caro pelos seus calçados em breve. O preço de um tênis de corrida, por exemplo, deve aumentar de uma média de US$ 150 para US$ 206, de acordo com a Associação de Distribuidores e Varejistas de Calçados da América (FDRA, na sigla em inglês). Isso se o presidente americano, Donald Trump, continuar impondo novas tarifas sobre as importações chinesas, em uma eventual escalada da guerra comercial entre os dois países. Guerra comercial EUA x China: como disputa pode atingir em cheio o Brasil EUA e China travam nova rodada da guerra comercial; entenda Em uma atitude excepcional, marcas como Adidas, Nike, Dr Martens, Converse e outras 170 do setor de calçados pediram na terça-feira, 21, a Trump que acabe com a guerra tarifária com a China, alertando para um efeito "catastrófico" sobre os consumidores. As empresas assinaram uma carta conjunta dizendo que a decisão do presidente de aumentar as tarifas de importação para 25% afetará desproporcionalmente a classe trabalhadora. Se anunciadas, as novas tarifas vão atingir as importações americanas de produtos chineses, no valor total de US$ 325 bilhões, incluindo bens de consumo, como calçados. Mas e na hora de comprar sapatos para a família toda? Aumento do gasto familiar Digamos que um americano precise comprar calçado para o filho mais novo, que ainda está em fase de crescimento - o preço vai subir de US$ 10 para US$ 15, estima a FDRA. E que a filha adolescente começou a treinar basquete e precisa de um tênis novo - o valor deve aumentar de US$ 130 para US$ 179. Agora, imagina que alguém do casal peça um par de botas de aniversário - vai custar cerca de US$ 249, em vez de US$ 190. No total, essa família americana poderia desembolsar US$ 169 a mais apenas com sapatos. As tarifas não estão sendo impostas apenas sobre calçados, mas sobre uma série de produtos - de eletrodomésticos até alimentos, como carne bovina, frutas, legumes e verduras congelados. Um estudo realizado por economistas da Universidade de Chicago, nos EUA, descobriu que os consumidores americanos já estão pagando 12% a mais por máquinas de lavar - e os preços das secadoras também subiram, uma vez que esses itens costumam ser vendidos juntos. Sendo assim, o impacto sobre a família média americana pode ser ainda maior. A Associação Americana de Roupas e Calçados (AAFA, na sigla em inglês) estima que uma família de quatro pessoas vai ter um gasto adicional de US$ 500 por ano para cobrir essas tarifas sobre vestuário, sapatos, artigos de viagem e itens relacionados. Um estudo da consultoria de economia Trade Partnership Worldwide prevê que as famílias serão impactadas por uma despesa adicional de US$ 2,3 mil por ano para cobrir o custo adicional das tarifas. O que está acontecendo? Os EUA aprovaram em 10 de maio o aumento das tarifas de 10% para 25% sobre importações US$ 200 bilhões em produtos chineses. A China respondeu estabelecendo tarifas de 25% sobre US$ 60 bilhões de mercadorias americanas - cerca de metade de todas suas importações dos EUA -, que devem entrar em vigor em 1º de junho de 2019. O presidente Trump ameaça agora aplicar uma tarifa de 25% sobre os US$ 325 bilhões de importações chinesas restantes, que até agora foram poupadas. Ele diz que os importadores americanos podem fugir das tarifas comprando produtos fabricados nos EUA ou em países que não são taxados, como Vietnã e Indonésia. Mas o CEO da AAFA, Rick Helfenbein, diz que "não é tão fácil": embora a participação desses países nas importações tenha aumentado, a produção de sapatos envolve conhecimento e tecnologia, que não podem ser transferidos rapidamente de um país para outro. Segundo ele, 72% dos calçados, 84% dos acessórios e 41% de todo o vestuário vendidos nos EUA são provenientes da China. "Estamos muito expostos. Não temos muito para onde ir com todas essas mercadorias, então estamos meio presos. Essas tarifas vão prejudicar a nós e, principalmente, o varejo." Andy Polk, porta-voz da FDRA, contou à BBC que os EUA não fabricam alguns tipos de calçados feitos na China. E, quando produzem, a versão americana tem um preço inicial mais alto. Segundo ele, um par de botas para caminhada pode custar US$ 300 para os consumidores, que poderão pagar US$ 150 ou mais por um tênis. Polk ressalta ainda que as tarifas impostas por Trump vão consumir dinheiro que poderia ser investido em inovação de produtos, beneficiando consumidores em todo o mundo. "As empresas tomam decisões orçamentárias com meses de antecedência. Na China, elas estão começando a fabricar sapatos para o inverno, então estamos orçando para a primavera de 2020", explica. "Se as empresas adicionam custos em seu maior mercado, elas reduzem o investimento em inovação, design e tecnologia de produtos." Por que há uma guerra comercial? As tarifas impostas sobre as mercadorias chinesas, em teoria, tornariam os produtos fabricados nos EUA mais baratos que os importados, e incentivariam os consumidores a comprarem produtos nacionais. Mas elas também são cada vez mais vistas como uma tática de negociação na guerra comercial. Apesar de afetar economia americana, Trump tem sugerido que, no longo prazo, a economia chinesa também seria prejudicada. O que diz a China? O presidente chinês, Xi Jinping, tem pedido transparência entre os países em meio à escalada das tensões comerciais com os EUA. Enquanto isso, a imprensa chinesa controlada pelo Estado está abandonando progressivamente o tom amigável em relação aos americanos, segundo informou a BBC Monitoring. O Global Times, tabloide que foca na cobertura diplomática, afirmou em editorial: "Os EUA esperavam que a China se rendesse rapidamente e não estivesse preparada psicologicamente para uma guerra prolongada". Nas redes sociais, a disputa comercial está sendo retratada em memes, postagens e comentários patrióticos - incluindo imagens da época da guerra glorificando a força da China. O que Trump quer? Em 13 de maio, Trump tuitou que "muitas empresas tarifadas vão sair da China para o Vietnã e outros países asiáticos". "Não vai restar ninguém na China para fazer negócios. Muito ruim para a China, muito bom para os EUA!" Especialistas dizem que a estratégia de Trump é forçar a China a voltar à mesa de negociações para discutir questões comerciais mais amplas. Os EUA acusam a China de "transferência forçada de tecnologia" (quando uma empresa estrangeira quer entrar no mercado chinês, precisa ceder sua tecnologia a empresas chinesas por meio de um acordo de joint venture ou, em alguns casos, regulamentações), além de invasões cibernéticas, manipulação financeira e violação de direitos de propriedade intelectual. Trump considera o sistema de comércio mundial "profundamente falho" - segundo ele, "coloca as empresas e os trabalhadores americanos em uma posição injusta de desvantagem e desencoraja a verdadeira concorrência no mercado". Os fluxos comerciais da China para os EUA caíram 9% no primeiro trimestre de 2019, indicando que os efeitos da guerra comercial estão começando a ser sentidos. Mas, apesar de Trump ter insinuado que os EUA estão vencendo a guerra comercial, uma análise feita por Pinelopi Goldberg, economista-chefe do Banco Mundial, mostrou que são os consumidores e as empresas americanas que estão arcando com a maior parte dos custos das tarifas e, portanto, pagando a conta.

    • Atendimento prioritário também será oferecido pelo órgão. Apenas cegueira ou baixa visão costumam ser consideradas deficiências. Jornalista Amália Barros tem visão monocular Reprodução/Instagram A Defensoria Pública da União decidiu, nesta quinta-feira (23), considerar a visão monocular como deficiência. Portanto, pessoas que enxergam apenas com um dos olhos terão direito à reserva de vagas em concursos públicos do órgão e ao atendimento prioritário. Pela resolução, publicada no Diário Oficial da União, o grupo passará a ter esses benefícios previstos na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência e na Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A Defensoria Pública entende que, como a visão monocular impõe um impedimento de longo prazo, deve ser considerada deficiência - assim como a cegueira total ou a baixa visão. Pessoas que não enxergam com um dos olhos têm limitações nas noções de profundidade e de tamanho relativo, por exemplo. Discussão na Justiça A discussão sobre o assunto corre na Justiça também por meio do Projeto de Lei nº 1645, de 2019, que busca assegurar aos cidadãos com visão monocular os mesmos direitos previstos na legislação da pessoa com deficiência. Ele foi apresentado em 14 de maio na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa e segue em tramitação. Caso seja aprovado, esse grupo passaria a ter acesso, entre outros fatores: a serviços do SUS que promovam políticas públicas de acessibilidade; à educação inclusiva (vedada cobrança de mensalidade extra); a provas acessíveis em universidades (se comprovada a necessidade); à prioridade em serviços de socorro e proteção; à disponibilização de recursos que garantam igualdade; a estações e terminais de transporte público com garantia de embarque e desembarque; à comunicação acessível; à restituição do imposto de renda. O projeto é chamado de "Lei Amália Barros", nome de uma jornalista que tem visão monocular e que defende a causa. "Luto para que o governo deixe de considerar a colocação de prótese ocular como procedimento estético e passe a pagar a cirurgia para quem precisa. Uma mulher com câncer de mama tem direito à prótese do seio, o que é justo. Por que com o olho não existe o mesmo entendimento?", questiona Amália. Nas redes sociais, uma campanha busca chamar atenção para a importância dos direitos desse grupo - cantores famosos postaram fotos cobrindo um dos olhos com a mão. Initial plugin text Em abril de 2009, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também discutiu o tópico e decidiu, na Súmula nº 377, que a visão monocular asseguraria o benefício de concorrer, em concursos públicos, às vagas reservadas aos candidatos com deficiência. Ainda assim, persistem os casos em que esse direito é negado.

    • Preço passou de R$ 4,19 o quilo em abril de 2018 para R$ 5,49 no mesmo mês de 2019, conforme o boletim Casa Rural. MS reduziu quantidade de frangos abatidos, mas preço da carne registrou alta tanto no atacado quanto no varejo Reprodução/G1 MS O preço médio do quilo do frango abatido no mercado atacadista de Mato Grosso do Sul atingiu os R$ 5,49 no mês em abril de 2019. O valor é 31% maior do que o registrado no mesmo mês de 2018, que foi de R$ 4,19, segundo dados do boletim Casa Rural, do Sistema Famasul. Em relação a março desde ano, quando a cotação do produto era de R$ 5,43 o quilo, o valor de abril representou uma valorização de 1,1%. No varejo da capital sul-mato-grossense, Campo Grande, a valorização para a maioria dos cortes foi ainda maior em abril frente a março do que no varejo do estado. O quilo do frango/galinha abatido teve incremento de 13,30%; da coxinha da asa, 11,05%; do peito, 8,86% e do coração de frango congelado 0,85%. Em contrapartida, coxas e sobrecoxas sofreram uma retração de 11,12% e a moela de 4,55% na mesma comparação. Abates A circular destaca também que no primeiro quadrimestre de 2019 houve uma queda de 9,4% no número de abates de frangos e galinhas em Mato Grosso do Sul em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2018, com a quantidade caindo de 57 milhões de animais para 51,6 milhões. Com a redução de abates, a quantidade de carne produzida também caiu, 8,1%, de 138,7 mil toneladas para 127,4 mil toneladas, na mesma relação. Exportação Nos primeiros quatro meses deste ano, o estado ocupou a posição de quinto maior exportador de carne de frango do país. Embarcou 48,3 mil toneladas, o que resultou em um faturamento de US$ 88,9 milhões no período. Em comparação com o acumulado de janeiro a abril de 2018, quando exportou 57,6 mil toneladas do produto, com receita de US$ 100,8 milhões, o estado registrou uma queda de 16,1% na quantidade e de 11,79% no resultado financeiro. Em 2019, países da Ásia e do Oriente Médio foram os principais destinos do frango “made in MS”. A China lidera o “top cinco” do ranking de principais compradores, com a importação de 9,6 mil toneladas, o equivalente a 19,8% do total comercializado pelo estado. Depois aparecem: Japão, com 7,2 mil toneladas (14,9%); Emirados Árabes, com 7,1 mil toneladas (14,6%); Iraque, com 3 mil toneladas (6,2%) e Cingapura, com 2 mil toneladas (4,1%).

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