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    • Segundo ranking da Interbrand, 100 maiores marcas são avaliadas em US$ 2,1 trilhões. Facebook deixa 'top 10'. Marca mais valiosa do mundo em 2019 segundo a Interbrand, Apple vale US$ 234 bilhões REUTERS/Stephen Lam Avaliada em US$ 234 bilhões, a Apple continua sendo a marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking Marcas Globais Mais Valiosas 2019, divulgado nesta quinta-feira (17) pela consultoria Interbrand. Google e Amazon seguem na segunda e terceira posições. Veja as 10 primeiras da lista: Apple: US$ 234,24 bilhões, alta de 9% sobre 2018 Google: US$ 167,71 bilhões, alta de 8% Amazon: US$ 125,26 bilhões, alta de 24% Microsoft: US$ 108,84 bilhões Coca-Cola: US$ 63,36 bilhões Samsung: US$ 61,09 bilhões Toyota: US$ 56,24 bilhões Mercedes-Benz: US$ 50,83 bilhões McDonald's: US$ 45,36 bilhões Disney: US$ 44,35 bilhões O Facebook, que ocupava a 9ª posição no ano passado, caiu para a 14ª. A marca apareceu no ranking pela primeira vez em 2012, no 69º lugar, e ascendeu posições nos cinco anos seguintes. No seu auge em 2017, ficou em 8° lugar com um valor de US$ 48,18 bilhões. Nesta edição, estrearam na lista o Uber, na 87ª posição, avaliado em US$ 5,71 bilhões, e o LinkedIn, na 98ª, com valor de US$ 4,83 bilhões. A marca que mais ganhou valor de 2018 para este ano foi a Mastercard, com crescimento de 25%, chegando a US$ 9,43 bilhões, no 62º lugar (salto de 8 posições). Juntas, as 100 marcas do ranking somam US$ 2,13 trilhões, alta de 5,7% sobre os US$ 2,01 trilhões apurados em 2018.

    • As inscrições poderão ser feitas no período de 22/10/2019 até 20/11/2019. Tribunal de Justiça do Pará realiza concurso público. Divulgação/TJPA O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) lançou o edital do concurso público para o preenchimento e a formação de cadastro de reserva de 200 vagas para cargos de nível médio e superior. A remuneração chega a mais de R$ 10 mil. As inscrições poderão ser feitas no período de 22/10/2019 até 20/11/2019, às 18h (hora de Brasília-DF). Confira aqui o edital de abertura As vagas são para as seguintes áreas: Analista Judiciário: Administração; Análise de Sistema (Desenvolvimento); Análise de Sistema (Suporte); Arquitetura; Biblioteconomia; Ciências Contábeis; Comunicação Social; Direito; Economia; Enfermagem; Enfermagem do Trabalho; Engenharia Civil; Engenharia do Trabalho; Engenharia Elétrica; Estatística; Fiscal de Arrecadação; Medicina; Medicina do Trabalho; Medicina Psiquiátrica; Odontologia; Pedagogia; Psicologia; Serviço Social; Auxiliar Judiciário: Auxiliar de Consultório Dentário; Programador de Computador; Técnico em Enfermagem; Técnico em Segurança do Trabalho. Há ainda vagas para Oficial de Justiça Avaliador; Auxiliar Judiciário. Seleção A seleção para os cargos terá as seguintes fases: a) provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos; b) prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, somente para os cargos de nível superior; c) avaliação de títulos, de caráter classificatório, somente para os cargos de nível superior. As provas objetivas, para todos os candidatos, a prova discursiva e a avaliação de títulos, somente para os candidatos aos cargos de nível superior, a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros serão realizadas nas cidades de Altamira, Belém, Marabá, Paragominas, Redenção e Santarém. As provas objetivas e a prova discursiva para os cargos de nível superior terão a duração de 5 horas e serão aplicadas na data provável de 19 de janeiro de 2020, no turno da manhã. As provas objetivas para os cargos de nível médio terão a duração de 3 horas e serão aplicadas na data provável de 19 de janeiro de 2020, no turno da tarde.

    • Segundo estudo, custo adicional permitiria que animais fossem criados com alto nível de bem-estar em vez de passarem por crescimento acelerado e de conviverem em espaços apertados. Frangos criados de maneira convencional Governo do Santa Catarina/Divulgação Basta uma moeda a mais para que milhões de animais de produção tenham uma vida melhor antes de virarem alimento em redes de fast food do Brasil, defende campanha lançada na quarta-feira (16) pela organização internacional Proteção Animal Mundial, que toma como base estudo comparativo de custos de criação de frangos no país. Segundo a entidade, ONG anteriormente conhecida como Sociedade Mundial de Proteção Animal, um sanduíche de uma rede de fast food no Brasil que usa frango criado com alto nível de bem-estar sai R$ 0,25 mais caro que aquele que contém carne de um animal criado em condições que estimulam crescimento acelerado e alta concentração de animais por metro quadrado. A pesquisa, realizada em parceria com a consultoria internacional IHS Markit, analisou custos fixos e variáveis de diferentes sanduíches de carne de frango e outros produtos de frango como nuggets. Segundo o levantamento, a carne de frango representa entre 8% e 11% do custo total do produto. "O Brasil não tem legislação específica sobre bem-estar de animais de produção e aí ficamos à mercê de quem compra os produtos. Quem impulsionará a mudança é quem consome", afirmou à Reuters a coordenadora de bem-estar animal na Proteção Animal Mundial no Brasil, Paola Rueda. A campanha da Proteção Animal Mundial é lançada em um momento de crescimento no número de consumidores que se declaram como vegetarianos ou que têm interesse em produtos alternativos à carne animal. Empresas como Fazenda Futuro, Superbom, Seara e Marfrig lançaram este ano produtos à base de plantas alternativos a itens como hambúrgueres de carne de boi e bife de frango, de olho em um mercado que está movimentando bilhões de dólares nos Estados Unidos. "Nenhuma rede fast food hoje no Brasil tem compromissos de aquisição de produtos que zelam pelo bem-estar dos animais. Estamos procurando comprometimentos no Brasil das grandes redes internacionais, que lá fora têm compromissos firmados", acrescentou ela, referindo-se a frango de corte e citando como exemplos redes como KFC , Burguer King e Subway. Crescimento acelerado Rueda comentou que atualmente o tempo médio de crescimento dos frangos no Brasil até o abate é de 42 dias, ganhando 65 gramas de peso por dia. Segundo ela, essa velocidade causa uma série de problemas aos animais e prejuízo às próprias granjas, uma vez que o desenvolvimento acelerado dos frangos gera dores crônicas e até fraturas, o que leva ao descarte. "Hoje, o frango cresce muito rapidamente por causa de melhoramentos genéticos, mas as articulações não aguentam essa velocidade de crescimento muscular. Um dos nossos pontos é que esses animais tenham um crescimento saudável, um pouco mais lento, passando de 42 para 52 dias antes do abate", disse Rueda. Espaço de criação Além do crescimento acelerado, a entidade também cita um quadro de aumento na densidade das granjas, que podem chegar a destinar um espaço menor que uma folha de papel A4 para cada frango viver. O pedido da Proteção Animal Mundial é para uma redução na média de animais por metro quadrado de 11 para 8,5. Essa redução, além de dar mais espaço às aves, ajudaria, junto com a desaceleração no crescimento, a reduzir o nível de estresse dos frangos, fortalecendo o sistema imunológico dos animais, disse Rueda. "Animal sem estresse crônico fica menos sujeito a ficar imunossuprimido e a possibilidade das bactérias se reproduzirem é menor", disse ela, citando a salmonella como exemplo. Nas contas da entidade, incluir cuidados como instalação de poleiros e fardos de feno nas granjas e garantir seis horas contínuas de escuro por dia para descanso adequado das aves, custariam 38 centavos de real a mais por quilo de ave viva. "A ideia aqui não é defender a criação de frango solto, o que geraria um custo absurdo para os produtores... O que o estudo mostra é que se mexer em todos esses outros aspectos, o bem-estar dos animais melhora muito e o custo não é tão caro." O que os restaurantes fazem? A rede Subway afirmou em comunicado que dá preferência de compra a fornecedores que compartilham do compromisso do grupo com o bem-estar animal e que todo frango servido nas lojas no país vem de aves livres de confinamento em gaiolas. "Nós já iniciamos uma transição para trabalharmos apenas com fornecedores que utilizam ovos de galinhas não confinadas em gaiolas. Nos comprometemos que até 2025 ou antes, 100% dos ovos utilizados nas fórmulas dos produtos nos restaurantes da Subway Brasil, serão de galinhas não submetidas a confinamento." Por sua vez, a KFC Brasil, franquia master da rede KFC, afirmou em comunicado que "embora alguns mercados estejam mais avançados do que outros nessas áreas (de bem estar animal), nosso objetivo é a melhoria contínua dos padrões de cuidados com animais em todo o mundo". A companhia afirmou ainda que sua política global é concentrada em quatro áreas principais de saúde e bem-estar animal: taxas de mortalidade reduzidas, saúde animal aprimorada, mobilidade animal e redução do estresse. O Burguer King Brasil afirmou que "possui políticas rígidas relacionadas ao bem estar animal que precisam ser cumpridas para que um fornecedor seja homologado. A rede reforça o seu compromisso na escolha de seus parceiros para oferecer respeito e qualidade em toda cadeia produtiva".

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