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    • Estimativa do governo é que R$ 2,9 bilhões sejam pagos a 3,6 milhões de trabalhadores. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição até 28 de junho. Começa a ser pago nesta quinta-feira (21) o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em março e abril. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. Também será liberado o Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 6 e 7. A estimativa da Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, é que R$ 2,9 bilhões sejam pagos a aproximadamente 3,6 milhões de trabalhadores. Em qualquer situação, mesmo para os que estavam em outros lotes e não sacaram os valores, o recurso ficará à disposição dos trabalhadores até 28 de junho, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 83 a R$ 998, dependendo do período trabalhado formalmente em 2017. Calendário do abono salarial PIS-Pasep Reprodução Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2017. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2017. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. No caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito 2 dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Valor depende dos meses trabalhados O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2017 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2017 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 998). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 83), e assim sucessivamente. Rendimentos do PIS De acordo com a Caixa, quando o saque do PIS não é efetuado, o valor é incorporado ao saldo de quotas. Ao final do exercício financeiro (28 de junho), após a atualização do saldo, os rendimentos são disponibilizados para saque no novo calendário. Os rendimentos variam conforme o saldo existente na conta do PIS vinculada ao trabalhador. Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.

    • Governo encaminhou proposta de reforma ao Congresso; ministro afirmou que estimativa de economia de R$ 1 trilhão em 10 anos mudaria se o projeto for 'esvaziado', mas se disse otimista sobre a aprovação. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não espera que a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo sofra muitas alterações durante a tramitação no Congresso. "Vai ser uma surpresa muito grande para mim se mexerem muito nesse projeto", afirmou em entrevista à NBR nesta quarta-feira (20). A proposta de reforma da Previdência foi apresentada nesta manhã. O texto foi entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional. Proposta da reforma da Previdência: idade mínima e tempo de contribuição Juliane Monteiro e Rodrigo Cunha/G1 A afirmação foi feita após o ministro dizer que "as primeiras conversas" entre o governo federal e o Congresso sobre a aprovação do projeto o deixaram "bastante otimista" em relação à tramitação. Ele disse que "as palavras de Rodrigo Maia", presidente da Câmara, foram "extraordinariamente encorajadoras", enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, "se mostrou comprometido com as reformas". "O Congresso parece bastante maduro no aspecto da discussão da necessidade da nova Previdência", disse Guedes. O ministro voltou a afirmar que a previsão de economia para os cofres públicos com o novo projeto é de aproximadamente R$ 1 trilhão em 10 anos, mas ressalvou que esse valor mudaria se "começarem a esvaziar" a proposta do governo. Entre os pontos da proposta apresentada, Guedes destacou a mudança na alíquota paga pelo trabalhador. Pelo projeto, os que recebem um salário maior vão contribuir mais, enquanto os que ganham menos vão ter contribuição menor. "Os mais pobres estavam pagando a aposentadoria dos mais ricos", criticou Guedes em referência ao modelo em vigor. "O primeiro grande movimento é reduzir os encargos para os mais desfavorecidos. Quem ganha menos está pagando ainda menos, e quem ganha mais está pagando mais", disse ao defender a proposta de reforma. "Estamos conseguindo reduzir as desigualdades." Reforma da Previdência: entenda a proposta ponto a ponto Guedes disse que a Previdência, em suas condições atuais, está "às vésperas de um colapso", e citou a ameaça de o país "perder as aposentadorias que a gente tem hoje". O ministro da Economia, Paulo Guedes Valter Campanato/Agência Brasil O ministro voltou a criticar os moldes atuais do sistema de repartição defendeu a criação de um sistema de capitalização - embora essa pauta tenha ficado de fora do projeto apresentado pelo governo nesta quarta e deva ser encaminhada em outro momento. Também na noite desta quarta, Bolsonaro disse, em pronunciamento exibido na TV, que a reforma é fundamental para Previdência não quebrar, "como já aconteceu com outros países e em alguns estados brasileiros". O presidente afirmou ainda que a a mudança será "justa" e "para todos". Initial plugin text

    • Análise sobre tema começou em maio de 2018, mas desde então não foi concluída. Texto autoriza incluir consumidores em bancos de dados de 'bons pagadores' sem autorização prévia. Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão desta quarta (20) Najara Araújo/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (20) a votação do projeto que altera as regras para inclusão de consumidores no chamado cadastro positivo. A discussão sobre a proposta começou em maio do ano passado, quando os deputados aprovaram o texto-base. Nesta quarta, retomaram a análise do tema ao votar emendas (propostas para mudar a redação original). Com a aprovação desta quarta-feira, o texto seguirá para o Senado. O cadastro positivo existe desde 2011 e é um banco de dados com informações sobre o histórico de crédito dos consumidores (pessoas físicas e jurídicas), com pontuações para quem mantém as contas em dia. Na lei atual, a inclusão do nome dos "bons pagadores" no cadastro só pode acontecer com autorização expressa e assinada do cadastrado. A proposta aprovada nesta quarta estende ao cadastro positivo a mesma regra existente para o negativo: as instituições financeiras podem incluir informações no sistema sem autorização específica dos clientes. O consumidor poderá, no entanto, pedir para retirar o nome do banco de dados, de acordo com o projeto. Câmara aprova texto-base do projeto que muda as regras do cadastro positivo Como foi a sessão Durante a sessão, deputados favoráveis à alteração nas regras do cadastro positivo ressaltaram que o texto pode facilitar o acesso ao crédito. "O cadastro positivo é a possibilidade da inclusão social via crédito, é a possibilidade do crédito para quem não tem crédito nos bancos. Quem vai dar crédito para um borracheiro, para uma manicure, para um pedreiro? Os grandes bancos não concedem crédito, só concedem para quem não precisa de crédito", afirmou Alexys Fonteyne (Novo-SP), por exemplo. Mas também houve deputados contrários, que criticaram a mudança. "Cadastro positivo já existe no Brasil. O que esse projeto pretende é tornar esse cadastro impositivo. E, ao transformar esse cadastro em impositivo, ele vai integrar informações dos mais diversos bancos e agências de crédito. Isso na situação econômica em que nós vivemos, com 13 milhões de desempregados, vai exatamente piorar a situação da maioria do povo brasileiro. Por quê? Porque nós temos mais de 60 milhões de pessoas inadimplentes", argumentou o deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

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