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    • Empresa fez evento on-line nesta terça-feira (20). Novo iMac terá várias cores e processador M1, desenvolvido pela própria Apple. Reprodução/Apple A Apple anunciou em um evento on-line nesta terça-feira (20) novos computadores iMacs com processador desenvolvido pela própria empresa e que o iPhone 12 e o iPhone 12 mini estarão disponíveis na cor roxa. O celular custa a partir de R$ 6.999 no Brasil – a empresa não confirmou quando a opção de visual chegará no país. Nos EUA, as vendas começam na sexta-feira (23). iPhone 12 e iPhone 12 mini na cor roxa. Divulgação/Apple Nova Apple TV 4K Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. Divulgação/Apple A companhia também anunciou uma nova geração da Apple TV, aparelho que adiciona funcionalidades de smart TV a televisores convencionais. O produto possui compatibilidade de resolução 4K e um novo controle remoto que pode receber comandos de voz por meio da Siri, assistente virtual da Apple. (Reportagem em atualização…)

    • Variação percentual do país foi a maior entre os países associados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) no ano passado; em outubro, G1 mostrou como o mercado havia se aquecido com o isolamento social. Consumo per capita de vinho no Brasil ainda é baixo: enquanto um português bebe 69 garrafas de vinho, um brasileiro consome apenas três. porto Confirmando as expectativas de quem tornou mais frequente aquela taça de vinho no dia a dia, o consumo da bebida no Brasil cresceu 18,4% em 2020, segundo a maior autoridade no setor, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). O país passou de aproximadamente 360 milhões de litros para 430 milhões de litros entre o ano de 2019 e de 2020. O aumento foi o maior entre os países associados da entidade, mesmo que o brasileiro ainda não seja destaque no mercado mundial: nossa fatia é de apenas 2% do total. "Claro que partindo de uma base baixa, o aumento percentual é maior. Mas o Brasil teve um aumento excepcional do consumo de vinhos pelo e-commerce em 2020", diz Pau Roca, presidente da OIV. A consequência foi também uma alta expressiva no índice de consumo por pessoa. Em 2020, o brasileiro bebeu, em média, 2,6 litros de vinho no ano. Em 2019, esse número era de 2 litros ao ano por pessoa. A métrica da OIV considera como adultos os maiores de 15 anos. O número ainda é bastante baixo comparado a países tradicionais no mercado de vinhos. Os líderes no consumo per capita continuam sendo Portugal (51,9 litros per capita ao ano), Itália (46,6 litros) e França (46 litros). Isso significa que um português bebe 69 garrafas de vinho enquanto um brasileiro consome apenas três. Venda de vinhos tem alta de 31% em 2020, impulsionada pela quarentena A OIV também divulgou o consumo global de vinho, de 23,4 bilhões de litros. Em relação a 2019, houve queda de 3% no ano passado, puxado pela redução do consumo na China. Por lá, a diminuição chegou a 17%. Os chineses são o sexto maior mercado de vinhos do mundo, com 1,2 bilhão de litros/ano. A liderança é dos Estados Unidos, com 3,3 bilhões de litros. Como a população também é grande, o consumo per capita anual americano é de 12,2 litros. Pandemia fez consumo de vinhos aumentar Isolamento social A tendência de alta está em linha com os resultados medidos pelo mercado interno de vinho. Em outubro, o G1 fez um Raio X do setor e mostrou como o isolamento social havia favorecido as vendas de vinho em detrimento de outras bebidas alcoólicas, geralmente associadas a festas e eventos. E o e-commerce era justamente um dos destaques, pela praticidade na hora da compra, pela segurança ao dispensar a saída de casa e pela disponibilidade de conteúdo para que o consumidor se informe sobre a melhor garrafa. Venda de vinhos dispara no Brasil durante a pandemia e produtores tentam segurar o novo consumidor A Evino, por exemplo, cresceu 62% no ano passado em faturamento – o valor total não foi divulgado, mas até setembro acumulava R$ 300 milhões, quase que 100% digital. A Grand Cru, que também falou à reportagem, fechou o ano com crescimento de 105% na operação digital, aumentando a fatia vendida pela internet de 9% para 17% do faturamento da empresa – a meta é chegar a 23% em 2021. Segundo a Ideal Consulting, que mede a formação de estoque dos revendedores, o aumento das vendas para os pontos de comércio foi de 31% em 2020. As métricas têm diferença para as da OIV, mas as tendências estão em linha. A organização global tem outro recorte de idade, dá ênfase ao consumo direto em vez de vendas e à produção com uvas vitiviníferas, que são a base dos vinhos finos. São os finos que tentam bater de frente com produtores vizinhos, como Argentina, Chile e Uruguai, e que têm ampla procura de quem aprecia a bebida. Os tradicionais europeus – da França, Portugal e Itália, em especial – também costumam ter preços competitivos. Casal pede o vinho mais barato de restaurante em NY e recebe uma garrafa de US$ 2 mil por engano Em 2021, a tendência é que os números sejam menos expressivos por conta do agravamento da crise econômica causada pelo coronavírus. O clima quente, os altos preços, a dificuldade de importação e uma produção incipiente são fatores que sempre afastaram o Brasil de se tornar uma grande referência no mercado mundial até aqui. O dólar alto, que impacta os preços de importados e dos insumos para produção nacional, e o dinheiro mais curto no bolso do brasileiro trazem de volta os antigos desafios. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x

    • Plataforma divulgou na última sexta (16) que derrubaria conteúdos que recomendassem o uso de hidroxicloroquina ou ivermectina para o tratamento ou prevenção da doença. Bolsonaro recomenda uso de cloroquina contra Covid-19 em vídeo de 9 de julho de 2020 Reprodução/YouTube Mesmo com a nova política do YouTube de proibir vídeos que recomendem o uso de hidroxicloroquina ou ivermectina para o tratamento ou prevenção da Covid-19, publicações do presidente Jair Bolsonaro que indicam esses medicamentos continuam no ar. Esses remédios não têm eficácia comprovada contra a doença. Na última sexta-feira (16), a plataforma divulgou que "canais que publicarem conteúdos que desrespeitem a regra terão o material removido". E que faria isso também de forma retroativa. No mesmo dia, o G1 enviou ao YouTube trechos de uma das lives de Bolsonaro, de 14 de janeiro, em que ele cita esses medicamentos, questionando se ela contrariava as regras. Na noite de segunda (19), a empresa confirmou à reportagem que removeu o conteúdo por violação da sua política. No entanto, ao menos outros três vídeos publicados no perfil do presidente em que ele fala sobre tratamentos sem eficácia para a Covid ainda estavam disponíveis na plataforma nesta terça (20). São lives de 9 de julho de 2020, 10 de dezembro de 2020 e 15 de abril de 2021 - o presidente costuma fazer transmissões ao vivo às quintas-feiras. Em um dos vídeos, Bolsonaro fala que tomou cloroquina e "se safou", apesar de o remédio não ter a eficácia comprovada contra a Covid. O presidente também afirma, em outro vídeo, que os medicamentos "são eficazes no tratamento do coronavírus" (veja em detalhes abaixo). Remoção não depende de denúncia O YouTube, que pertence ao Google, não depende apenas de denúncias para remover os conteúdos que estão em desacordo com a política de uso. Ele diz contar "com uma combinação de pessoas e tecnologia para sinalizar conteúdo impróprio e aplicar essas diretrizes". E que as sinalizações podem vir de sistemas automatizados, de membros do Programa de Revisor Confiável (ONGs, agências governamentais e indivíduos) ou de usuários da comunidade mais ampla do YouTube. Em fevereiro passado, quando o vídeo em que o deputado Daniel Silveira fazia apologia ao AI-5 foi derrubado do canal dele na plataforma, por violação da política, o conteúdo também seguiu no ar em outros canais do YouTube, conforme o G1 apontou. No levantamento mais recente sobre vídeos removidos, que se refere ao último trimestre de 2020, a empresa diz ter derrubado 9,3 milhões de postagens que violavam alguma de suas regras, sendo que 94% delas foram "deduradas" por máquinas. Já o total de vídeos tirados do ar por desinformação sobre o coronavírus desde o início da pandemia não chega a 1 milhão, também segundo a companhia. O que diz a política do YouTube A plataforma informou na sexta que serão retirados vídeos que tenham: conteúdo que recomenda o uso de ivermectina ou hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19; conteúdo que recomenda o uso de ivermectina ou hidroxicloroquina para prevenção da Covid-19; afirmações de que ivermectina ou hidroxicloroquina são tratamentos eficazes contra a Covid-19; alegações de que há um método de prevenção garantido contra a Covid-19; afirmações de que determinados remédio ou vacinas são uma cura garantida para a Covid-19. Além disso, em suas diretrizes, o YouTube diz que "também não é permitido o envio de conteúdo que dissemine informações médicas incorretas que contrariem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS)". De acordo com a empresa, a conduta mencionada vale para: tratamento; prevenção; diagnóstico; transmissão; diretrizes sobre distanciamento social e autoisolamento; e a existência da Covid-19. O que Bolsonaro fala nas lives? Vídeo de 9 de julho de 2020 No vídeo feito a partir de transmissão ao vivo, o presidente recomenda por mais de uma vez o uso de hidroxicloroquina e da ivermectina contra a Covid-19. Ele chega a mostrar uma caixa com hidroxicloroquina. O vídeo conta com mais de 360 mil visualizações. Veja os trechos: “... declarou que tomou por ocasião de seu tratamento, a hidroxicloroquina, e eu tomei, e deu certo. Eu tô muito bem, graças a Deus. E aqueles que criticam, pelo menos apresentem uma alternativa. Ora, não dá certo a hidroxicloroquina, você tem que tomar a ivermectina ou então a anitta, que é outra também que está muito comentada por aí, e que são eficazes no tratamento do coronavírus.” “Nós temos relatos de centenas de médicos no Brasil e de centenas e centenas de pessoas, que foram infectados, e foram tratados com isso [hidroxicloroquina e ivermectina] e deu certo”. Vídeo de 10 de dezembro de 2020 Em vídeo do final do ano passado, Bolsonaro garante a eficácia de hidroxicloroquina e ivermectina contra a Covid. A publicação tem mais de 168 mil visualizações. Veja o trecho: “O que que tem no hospital? O respirador. Salva gente? Salva gente, sim, salva gente, mas tem que se evitar aí o intubamento da pessoa. Evita-se como? Numa primeira fase, o tratamento, que é a tal da hidroxicloroquina, ivermectina e anitta, entre outras coisas, vitamina D, azitromicina. Hoje os médicos sabem disso, se o teu médico fala que não, você tem o direito de procurar outro médico.” Vídeo de 15 de abril de 2021 Na live da última quinta (15), um dia antes de o YouTube anunciar as novas regras, Bolsonaro relacionou a cloroquina como um tratamento eficaz contra a Covid-19. O vídeo tem mais 486 mil visualizações. Veja os trechos: “Eu não quero discutir a cloroquina aqui. Eu tomei e me safei, muita gente tomou e se safou. E isso se chama tratamento precoce ou tratamento imediato, ou tratamento 'off-label', os médicos têm o direito de bem receitar o que ele achar que é o melhor para o paciente.” “É exemplo de Chapecó, o prefeito lá, o João Rodrigues, lá os médicos têm liberdade para receitar o que ele achar melhor. Se ele acha que vai ser a cloroquina, vai ser, a ivermectina, vai ser, seja lá o que for.” Vídeo de 14 de janeiro de 2021 O vídeo que foi retirado do ar após questionamento do G1 continha afirmações similares às da live de 9 de julho de 2020. Na publicação, que tinha mais de 270 mil visualizações, o presidente recomendava o uso de hidroxicloroquina e ivermectina contra a Covid-19. Veja o trecho: “Se fosse esperar uma comprovação científica, teriam morrido quantas pessoas naquela Gerra do Pacífico, que não morreram. É a mesma coisa o tratamento precoce da Covid com hidroxicloroquina, com ivermectina, uma tal da anitta, mais azitromicina, mais vitamina D. E não faz mal isso aí. Se, lá na frente, for comprovado que não surtia efeito, que não vai acontecer porque, repito, nesse prédio que eu tô aqui, mais de 200 pessoas contraíram Covid, e foram tratadas precocemente, nenhuma foi para o hospital." O G1 procurou o Palácio do Planalto, que disse que não vai comentar a derrubada do vídeo. Ele continua no ar no Facebook, onde as transmissões ao vivo também são realizadas. Vídeo da live de Bolsonaro de 14 de janeiro de 2021 foi removido pelo YouTube na última segunda (19) Reprodução Além das lives de quinta, Bolsonaro conversa frequentemente com apoiadores no Palácio do Alvorada, na saída ou na chegada do trabalho. Esses encontros costumam ser compartilhados pelos apoiadores e trechos são editados e publicados pelo canal Foco do Brasil. Neles, o presidente também já defendeu o tratamento precoce e outras medidas que vão contra as recomendações da OMS, como a vacinação e o distanciamento social. Em janeiro passado, o Twitter afirmou que um post de Bolsonaro sobre "tratamento precoce" da Covid violava regras da plataforma, mas manteve a mensagem no ar. Ela foi acrescida de um alerta sobre "publicação de informações enganosas". Este tipo de medida restringe a circulação do tuíte, mas ele continua disponível na rede social. Posição da OMS No início de março, a OMS publicou uma diretriz na qual pede fortemente que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da Covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o fabricante da ivermectina já alertaram que o medicamento não é eficaz contra o coronavírus. Recentemente, entidades médicas disseram que o uso de medicamentos sem comprovação científica deve ser banido. SAIBA MAIS: Após descobrir problema no fígado por causa do uso excessivo da ivermectina, baiana lamenta: 'Bobagens que a gente faz' Recentemente, o Facebook e o Instagram anunciaram que iriam exibir um selo em conteúdos que abordassem tratamentos sem comprovação científica. VÍDEO: Primeiro-ministro francês cita uso de cloroquina no Brasil para rebater deputado e provoca risos 'Kit Covid' no Brasil No Brasil, os medicamentos chegaram a ser recomendado como um dos integrantes do "Kit Covid", voltado ao suposto "tratamento precoce" da doença. ENTENDA: Por que a Associação Médica Brasileira mudou de opinião e agora diz que o ‘kit Covid’ deve ser banido O presidente Jair Bolsonaro costuma defender o uso da hidroxicloroquina, mesmo sem comprovação científica contra a Covid-19. O governo federal também adquiriu e distribuiu a medicação a estados e municípios. Em janeiro, o Ministério da Saúde lançou um aplicativo que recomendava o uso do medicamento. Ele saiu do ar dias depois.

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