Home

CONHEÇA A EXTRACREDI

A EXTRACREDI - Extremo Oeste Agência de Crédito é uma instituição que financia micro e pequenos negócios.

CLASSIFICADOS

EVENTOS

Mantenha-se atualizado e fique atento aos eventos relacionados, que acontecem em Santa Catarina, no Brasil e o Mundo.

TRABALHE CONOSCO

CASOS DE SUCESSO

Pessoas Empreendedoras e Empresas que se mantiveram parceria com a EXTRACREDI, contam suas histórias vencedoras.

COTAÇÕES FINANCEIRAS

Notícias Financeiras


    • Com isso, modelo pode ser comercializado e operado em todo território nacional. FAB adquiriu de 28 aeronaves do modelo. Primeira entrega é prevista para o 1º semestre de 2019. KC-390 é produzido na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto Anac/Divulgação O cargueiro KC-390 da Embraer, maior aeronave já produzida no Brasil, recebeu na tarde de sexta-feira (19) a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A partir de agora, o modelo pode ser comercializado e operado em todo território brasileiro. A certificação ocorreu dez dias depois do primeiro voo de um KC-390 fabricado em série - ou seja, a primeira decolagem não sendo de um protótipo. Os testes de voo para certificação ocorriam desde 2015 e somam 1,9 mil horas. Todo programa de certificação, no entanto, teve início há sete anos, com a checagem de 2,5 mil itens. A certificação é dada pela Anac quando a aeronave cumpre requisitos operacionais, de segurança e proteção ambiental. O avião cargueiro é capaz de transportar até 26 toneladas a uma velocidade de 470 nós (870 km/h), com capacidade de operar em pistas não pavimentadas ou danificadas. A fuselagem acomoda cargas de grandes dimensões, com acesso por meio da rampa. A aeronave, cuja produção ocorre na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, pode ser reabastecida em voo. O modelo foi desenvolvido para atender a Força Aérea Brasileira (FAB). A companhia tem um acordo para a produção seriada de 28 aeronaves para o governo. A primeira entrega é prevista para o 1º semestre de 2019. Cargueiro KC-390 e jatos fazem apresentação durante evento; avião militar é o maior já produzido no Brasil Joisel Ramos/Vanguarda Repórter Produção nos EUA O jornal "Valor Econômico" publicou recentemente que a Boeing e a Embraer negociam a instalação de uma linha de montagem do novo cargueiro militar KC-390 nos Estados Unidos, e que a Embraer seria controladora da joint venture, com cerca de 51% do capital. A Embraer disse ser prematuro antecipar os termos e condições da joint venture potencial específica, inclusive sua localização e participação acionária, e até mesmo se ela virá efetivamente a se concretizar. "Da mesma forma, não é possível, no momento, fazer qualquer comentário a respeito do impacto dessa joint venture adicional sobre as vendas do KC-390 ou sobre os resultados da Embraer", disse a empresa brasileira. Certificação E2 A certificação do KC-390 é o segundo grande projeto entregue pela ANAC neste ano. Em fevereiro, a autoridade de aviação civil brasileira finalizou o primeiro processo de certificação de aeronave de grande porte no mundo ao emitir o certificado de tipo para o modelo E190-300 da Embraer, comercialmente chamado de E2. No mesmo dia, a aeronave foi atestada pelas autoridades de aviação americana, Federal Aviation Administration (FAA), e europeia, European Aviation Safety Agency (EASA). Clique no link para saber mais.
    • Estamos sempre nos comparando com os outros, definiu Leon Festinger no seu seminal artigo, de 1954, que introduziu a Teoria da Comparação Social, abrindo um ramo novo da ciência comportamental. O problema que com as redes sociais o impacto disso é muito maior. Lissette Calveiro é um bom exemplo. A americana, de 26 anos, ficou famosa na internet meses atrás ao revelar que se endividou em mais de US$ 10 mil entre 2013 e 2016 para mostrar uma vida glamurosa no Instagram. Foram gastos com roupas, jantares e viagens, que, confessou, ocorriam quase só para as postagens na rede social e no Snapchat. A extravagância terminou com Lissette tendo de passar uma temporada na casa dos pais e arrumar um emprego para quitar as dívidas, um fardo financeiro do qual que só conseguiu se livrar depois de quase dois anos trabalhando. Ninguém nega o lado bom das redes sociais em conectar pessoas, informar e muitas vezes dar suporte emocional a seus usuários. Mas plataformas como o Facebook e o Instagram também criam expectativas muitas vezes irreais, permitindo que todos se comparem com todos, não importa a renda. E muitas vezes gastando para não ficar para trás. É que ocorre, por exemplo, com um grupo específico: os pais. Metade dos entrevistados, respondendo a uma pesquisa online feita com mil pessoas e divulgada em setembro pelo site de finanças americano Credit Karma, disse gastar mais do que desejava com produtos e serviços para os filhos descobertos nas redes sociais. Um em cada 4 deles também respondeu que ver um parente ou um amigo fazendo algo numa rede social era um estímulo para fazer o mesmo. Os pais gastavam principalmente com roupas, ingressos para shows e comida orgânica. É claro que muitos deles gostariam de economizar o dinheiro para o futuro ou gastar em outra coisa, mas justificavam o descontrole com o temor de que se não o fizessem, poderiam ser julgados pelos outros pais ou mesmo seus filhos seriam julgados pelos colegas. Outro grupo particularmente exposto aos gastos desenfreados no Instagram é dos millenials, a geração nascida entre o começo da década de 80 e os anos 2000. Em um estudo com 3 mil consumidores, feito pela companhia de seguros Allianz, 6 em cada 10 deles disseram que gastavam mais do que deviam em algo que viram nas redes sociais. Além disso, 9 em cada 10 millenials gastavam influenciados pelo estilo de vida dos amigos, exibido online. Antes que se comece a se acusar uma geração em particular, entre os nascidos nos anos 60 e 70, a Geração X, 7 em cada 10 tinham o mesmo comportamento, assim como entre os babyboomers, nascidos nos anos 40 e 50, eram quase 6 em cada 10. Nos dois estudos se sobressai a mesma motivação nos gastos desnecessários, o Medo de perder algo (cujas iniciais em inglês formam uma palavra, Fomo). Fomo, relatam os entrevistados, leva a sentimentos de ansiedade, nos fazendo a gastar para não nos sentirmos excluídos. Não dá para culpar as redes sociais pelos gastos. Nem há nada de errado em você usar as plataformas para se conectar com a família e com os amigos. O problema é quando o uso se torna uma ameaça à sua saúde financeira.
    • Com piora da classificação de risco, país se encontra no último nível antes da categoria especulativa. A agência de classificação Moody's rebaixou a nota da dívida da Itália nesta sexta-feira (19), preocupada com os planos do governo de manter e não reduzir o déficit público. A nota foi reduzida de Baa2 para Baa3, o que significa que o país se encontra no último nível antes da categoria especulativa. A perspectiva é estável, apontou a Moody's em seu comunicado. A decisão citou "um enfraquecimento da força fiscal da Itália, com o governo apontando para déficits orçamentários maiores nos próximos anos", assim como uma dívida próxima de 130% do PIB "em vez de iniciar a tendência à redução, como se esperava". Comissão Europeia denuncia desvio 'sem precedentes' no orçamento italiano para 2019 A Moody's disse que a "estagnação dos planos para reformas estruturais econômicas e fiscais" também teve implicações negativas para a perspectiva de crescimento do país e para a dívida. O governo populista da Itália apresentou na segunda-feira seu projeto de orçamento para 2019 para a Comissão Europeia, no qual expôs planos para ampliar gastos e dar fim às políticas de austeridade dos últimos anos, apesar das advertências sobre o déficit. O déficit da Itália agora é projetado em 2,4% do PIB, muito mais alto que o 0,8% estimado pelo governo anterior, de centro-direita. "Após um aumento temporário do crescimento devido à política fiscal expansiva, a agência espera que o crescimento recue a sua taxa de tendência de cerca de 1%", disse a Moody's.

Parceiros

AMCRED-SC BADESC BNDS JUROZERO MICRO CREDITO SOCIAL MICROCREDITO DE SANTA CATARINA MICROMOB POLOCRED