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    • Na quarta-feira (27), o principal índice da bolsa caiu 0,5%, a 115.882 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu perto da estabilidade nesta quinta-feira (28), após seis pregões consecutivos de baixa. Às 10h04, o Ibovespa tinha alta de 0,04%, a 115.926 pontos. Veja mais cotações. Na quarta, a bolsa fechou em queda de 0,5%, a 115.882 pontos, depois que o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, decidiu manter inalteradas as taxas básicas de juros do país, hoje em mínimas históricas. No mês e no ano, a queda acumulada é de 2,63%. Cenário Os mercados estão à espera da primeira leitura do PIB do quarto trimestre de 2020 dos EUA. O Departamento do Comércio dos EUA revela os dados às 10h30 (de Brasília). A expectativa é de alta de 4%. No Brasil, também às 10h30, o Ministério da Economia anuncia os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de dezembro de 2020. Já a Secretaria do Tesouro Nacional publica, às 14h30, o resultado primário do governo central, que reúne as contas do Tesouro, da Previdência Social e do Banco Central, de dezembro de 2020. Dados divulgados na manhã desta quinta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o desemprego teve a segunda queda seguida em 2020, ficando em 14,1% no trimestre encerrado em novembro, mas ainda atingindo cerca de 14 milhões de brasileiros. Variação do Ibovespa em 2021 G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
    • Fundo norueguês teve um retorno de 10,9% no ano passado. Presente no capital de cerca de 9.200 empresas, ele detém o equivalente a 1,5% da capitalização mundial. O fundo soberano da Noruega, o maior do mundo, somou mais de 100 bilhões de euros em ganhos em 2020, conforme as esperanças geradas pelas vacinas foram superando a turbulência causada pela pandemia da Covid-19. Impulsionado principalmente pelos mercados financeiros, em particular ações de tecnologia como Apple e Amazon, o fundo teve um retorno de 10,9% no ano passado, anunciou nesta quinta-feira (28) o Banco da Noruega, que supervisiona sua gestão. Maior fundo soberano do mundo veta aporte em Vale e Eletrobras por danos ambientais Inflado por um faturamento total de 1,070 bilhão de coroas (101,5 bilhões de euros), o segundo maior de sua história em números absolutos, seu valor atingiu a soma astronômica de 10,914 bilhões de coroas (1,035 trilhão de euros) no final de dezembro. "Embora a pandemia tenha deixado sua marca em 2020, foi mais um bom ano para o fundo", resumiu seu presidente, o governador do banco central, Øystein Olsen. Além das desastrosas consequências para a saúde, a pandemia e as restrições que ela trouxe mergulharam o planeta na recessão, destruindo milhões de empregos e causando inúmeras falências. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estimou esta semana em US$ 22 trilhões - mais de 17 vezes o valor do fundo soberano norueguês - as perdas que o vírus causará no PIB global entre 2020 e 2025. Se a economia mundial se contraiu 3,5% no ano passado, de acordo com as últimas estimativas do FMI, os mercados de ações, apesar das enormes flutuações, mantiveram-se bem. Tanto é que a instituição de Washington alertou quarta-feira contra uma desconexão entre a economia real e os mercados. Coletando receitas públicas do petróleo para financiar os gastos futuros do generoso Estado de Bem-Estar social norueguês, o fundo soberano da Noruega registrou em 2020 um ganho de 12,1% em seus investimentos de capital, que representam 72,8% de sua carteira. Quase todos esses ganhos foram obtidos no quarto trimestre "com notícias positivas sobre a vacina", informou o número dois do fundo, Trond Grande, em entrevista coletiva. Para os investidores, as campanhas de vacinação pressagiam, em médio prazo, a volta à normalidade. Riscos de correção Presente no capital de cerca de 9.200 empresas, o fundo norueguês detém o equivalente a 1,5% da capitalização mundial. "As empresas de tecnologia registraram o maior retorno em 2020, com ganhos de 41,9%. Isso se deve, principalmente, à pandemia que gerou um aumento maciço na demanda por produtos on-line para trabalho, educação, comércio e entretenimento", sublinhou o diretor do fundo, Nicolai Tangen. Os gigantes tecnológicos americanos também são os que mais contribuíram para o desempenho financeiro, com Apple (receita de 84 bilhões de coroas), Amazon (51 bilhões) e Microsoft (41 bilhões). Tesla vem logo atrás, com 36 bilhões. Já as ações de petróleo, gás e financeiras afetaram negativamente os resultados do fundo. Geograficamente, as melhores atuações foram registradas nos Estados Unidos e na China, enquanto o Reino Unido, em meio ao Brexit, resultou em perdas de cerca de 70 bilhões de coroas. Os investimentos obrigacionistas (24,7% dos seus ativos) tiveram um retorno de 7,5%, enquanto os imóveis não cotados (2,5% da carteira) permaneceram estáveis, com uma perda limitada a 0,1%. "O alto rendimento (em 2020) também nos lembra que o valor do fundo pode variar muito no futuro", advertiu Olsen. Suas palavras ecoam as de um número crescente de economistas que, em um cenário de turbulência nas bolsas de valores nos últimos dias, levantam a possibilidade de uma correção dos mercados. No ano passado, o valor total do fundo norueguês, investido exclusivamente fora da Noruega, também se beneficiou, algo em torno de 58 bilhões, do enfraquecimento da coroa norueguesa em relação a várias moedas importantes. Ao longo do ano, o governo norueguês retirou US$ 298 bilhões para apoiar a economia nacional e amortecer os efeitos da crise de saúde. Assista as últimas notícias de economia
    • Em meio à pandemia do novo coronavírus, foram adotadas diversas ações para liberação emergencial de recursos. Economista do Sebrae diz, porém, que pequenas empresas ainda têm dificuldade para conseguir crédito. O volume total do crédito ofertado pelos bancos cresceu 15,5% no ano passado, atingindo a marca inédita de R$ 4,017 trilhões, segundo números divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Banco Central. No fim de 2019, o estoque do crédito em mercado estava em R$ 3,478 trilhões. O crescimento registrado, portanto, foi de R$ 539,369 bilhões em 2020 — o representa o maior aumento desde desde o início da série histórica do BC, em 1991. O aumento no crédito bancário no ano passado está relacionado às medidas adotadas pelo Banco Central para liberar às instituições financeiras mais recursos destinados a empréstimos em meio à pandemia do novo coronavírus. Em termos percentuais, ainda segundo números do BC, a alta de 15,5% foi a maior, para o crédito bancário em um ano fechado, desde 2012, ou seja, em oito anos. Naquele ano, o volume total do crédito bancário avançou 16,44%, para R$ 2,368 trilhões, uma alta de R$ 334,384 bilhões. Medidas No ano passado, o Banco Central anunciou a liberação de mais de R$ 1,2 trilhão para as instituições financeiras em março e, mais recentemente, novas ações foram divulgadas. Ao mesmo tempo, o governo, em conjunto com o Banco Central, anunciou linhas de crédito emergenciais para as empresas. Porém, a liberação dos recursos só começou a ganhar velocidade nas últimas semanas. Entre as medidas anunciadas estão: linha de crédito criada pelo governo para pequenas e médias empresas pagarem salários de seus funcionários. Foram R$ 40 bilhões, disponibilizados com juros baixos, de 3,75% ao ano. Foram contratados pelas empresas R$ 4,5 bilhões no ano passado. Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe): linha de crédito também do governo para capital de giro (despesas como água, luz, aluguel, reposição de estoque, entre outras). Foram emprestados mais de R$ 37 bilhões no ano passado. Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC-FGI) destinado a pequenas e médias empresas. A medida buscou facilitar o acesso a crédito por meio da disponibilização de garantias. Foram emprestados, em 2020, R$ 92 bilhões por meio desse programa. Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac) na modalidade de garantia de recebíveis, chamada de Peac-Maquininhas, liberou R$ 3,17 bilhões em crédito no ano passado. Linha de crédito emergencial, de até R$ 120 bilhões, com ao menos 80% dos recursos do Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE) direcionados a pequenas empresas. Foram emprestados R$ 14,4 bilhões por meio dessa linha de crédito. Falta de crédito para pequenas empresas Apesar do aumento do crédito bancário no ano passado, envolvendo linhas emergenciais para as pequenas e médias empresas, o analista de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Giovanni Beviláqua, avaliou que ainda existe dificuldade de acesso pelos pequenos negócios. De acordo com o Sebrae, houve um aumento de cerca de 30% no crédito bancário para as micro e pequenas empresas, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, nos dez primeiros meses do ano passado. Mesmo assim, a participação dessas empresas no total do crédito bancário pouco aumentou, permanecendo próxima de 20%. "Desde o início da pandemia, 52% dos pequenos negócios buscaram obter crédito. Desses que buscaram, quem conseguiu foi cerca de 34%. Apesar de ter melhorado bastante a taxa de aprovação de crédito, o mercado continua muito restrito. Nossa preocupação é que os programas se mantenham durante a pandemia, que não acabou", disse o analista do Sebrae. Ele pediu a manutenção do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e do PEAC Maquininhas, voltados para as empresas de menor porte. Veja números do crédito bancários em 2020 O crédito a empresas atingiu R$ 1,8 trilhão, alta anual de 21,8%, contra uma retração de 0,1% em 2019. O crédito às famílias situou-se em R$ 2,2 trilhões, crescimento de 10,9% no ano, na comparação com uma alta de de 11,9% em 2019. A carteira de crédito a micro, pequenas e médias empresas cresceu 31,6% em 2020, contra uma alta de 6,7% em 2019. Nas grandes empresas, o volume total de empréstimos dos bancos aumentou 16% no ano passado, na comparação com uma queda de 3,7% em 2019.

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