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    • Executivo deixou de declarar mais de R$ 167 milhões, dizem promotores japoneses. Mercado japonês estava fechado quando a notícia da prisão foi divulgada, na segunda-feira. Carlos Ghosn REUTERS/Toru Hanai As ações da montadora japonesa Nissan caíram 6% nesta terça-feira (20) na Bolsa de Tóquio, um dia após a prisão do presidente do conselho da empresa e também CEO da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, o brasileiro Carlos Ghosn, por sonegação e fraude fiscal. Nos primeiros 15 minutos de sessão, as ações de Nissan caíam 6,06% cotadas a 944,6 ienes (US$ 8,39), embora minutos antes tenham chegado a baixar até 6,4%. A queda da bolsa da gigante japonesa da indústria automotora aconteceu depois que Ghosn foi detido ontem por uma suposta violação da legislação de instrumentos financeiros do país asiático que provocará, por enquanto, sua saída de cargo do presidente do grupo, uma medida que deve ser confirmada na quinta-feira. Conheça a trajetória de Carlos Ghosn A também japonesa Mitsubishi Motors, onde Ghosn ocupa o cargo de presidente do Conselho de Administração, emitiu um comunicado no qual indicou que, "já que a má conduta está relacionada com um problema de governança corporativa", proporá à junta diretiva que também o afaste da sua posição. A montadora acrescentou que abrirá sua própria investigação interna para saber se Ghosn "esteve envolvido em uma conduta indevida" similar dentro da companhia. As ações da Mitsubishi também caíam no início da sessão no mercado de ações japonês, neste caso 6,03%. Ghosn, de 64 anos, não declarou mais de 5 bilhões de ienes (o equivalente a equivale a R$ 167,4 milhões) de seu pagamento como presidente na montadora. As fraudes fiscais ocorreram durante 5 anos, entre 2010 e 2015, de acordo com a agência Kyodo. A montadora afirmou em nota que, baseada em denúncias, já estava conduzindo uma auditoria interna e investigando há meses os problemas de conduta envolvendo Ghosn e outro diretor da empresa, Greg Kelly. A montadora também afirmou que Ghosn teria usado bens da empresa para fins pessoais. As quedas na Bolsas de Tóquio da Nissan e da Mitsubishi se seguem à baixa de 8,43% protagonizada pelo grupo Renault em Paris. Papeis da Nissan na bolsa de Frankfurt, na Alemanha, caíam mais de 6% no início da tarde desta segunda. O mercado de Tóquio estava fechado quando a notícia foi divulgada. Initial plugin text
    • Outros líderes de mercado também tiveram queda forte em dia de perdas para o setor de tecnologia; ações do Facebook, Amazon.com e Netflix caíram mais de 5%. Os mercados acionários dos Estados Unidos caíram nesta segunda-feira (19), e o Nasdaq despencou 3%, conforme investidores venderam ações da Apple e de companhias de tecnologia. Sinais contraditórios sobre o estado da disputa entre os Estados Unidos e a China sobre comércio também acrescentaram cautela aos negócios. O Dow Jones Industrial Average caiu 1,56%, para 25.017 pontos, o S&P 500 perdeu 1,67%, para 2.690 pontos e o Nasdaq Composite recuou 3,03%, para 7.028 pontos. Sinais contraditórios sobre o estado da disputa entre os Estados Unidos e a China sobre comércio também acrescentaram cautela aos negócios. Ações da Apple caíram depois que o "Wall Street Journal" publicou que a empresa cortou nas últimas semanas encomendas de produção de todos os três modelos de iPhone lançados em setembro. A fabricante de iPhone caiu 4% para US$ 185,86 e agora está 19,9% abaixo de seu recorde de fechamento do dia 3 de outubro, ante uma previsão desanimadora de vendas durante o período de festas de fim de ano e perspectivas fracas de diversos fornecedores. O índice de tecnologia do S&P 500, em queda de 3,8%, liderou as perdas entre os setores. Outros líderes de mercado também tiveram uma queda forte. Ações do Facebook recuaram 5,7%, a Amazon.com perdeu 5,1%, Netflix caiu 5,5% e a Alphabet eliminou 3,8%. "Você está vendo as pessoas se afastando de tecnologia. Certamente os índices estão muito mais orientados por crescimento por causa do tamanho dessas companhias agora, e elas vão dominar os índices", disse Paul Nolte, gerente de portfólio na Kingsview Asset Management.

    • Presidente executivo da companhia foi detido no Japão sob acusação de fraude; investidores temem que a aliança entre Renault, Nissan e Mitsubishi seja comprometida. A ação da Renault fechou a sessão desta segunda-feira (19) em queda de 8,43%, repercutindo a prisão de seu presidente executivo, Carlos Ghosn, acusado de fraude pela justiça do Japão. Já o papel da Nissan recuou 6,42% na bolsa de Frankfurt. Ghosn também é presidente do conselho da Nissan, além de estar à frente da aliança entre a Renault, Nissan e Mitsubishi (esta última comprada pela Nissan em 2016). A prisão levantou dúvidas entre investidores sobre o futuro da aliança. "É difícil não concluir que haverá um golfo se abrindo entre a Renault e a Nissan", disse à agência Reuters Max Warburton, analista da Bernstein, elevando a perspectiva de uma potencial "re-japanização" da Nissan e o fim da aliança. Funcionário trabalha na fábrica da Renault em Maubeuge, na França Philippe Wojazer/Reuters Ghosn deixou de declarar o equivalente a mais de R$ 167 milhões, dizem promotores japoneses A Renault tem papéis negociados na bolsa dos Estados Unidos, onde o dia também foi de queda. O recuo do preço do papel foi de 7,07%, para US$ 13,67. O papel da Nissan em Wall Street também recuou. A perda foi de 5,85%, para US$ 16,90. Hiroto Saikawa, presidente da Nissan, durante coletiva de imprensa após a prisão de Carlos Ghosn Issei Kato/Reuters Segundo a imprensa japonesa, Carlos Ghosn foi detido nesta segunda em Tóquio por suspeita de fraude, após uma investigação interna da fabricante de automóveis. O Conselho de Administração da Renault "se reunirá o quanto antes", informou a fabricante francesa nesta segunda. Initial plugin text

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