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    • Em quatro agências de quatro regiões de São Paulo visitadas pelo G1 foi constatada a falta das embalagens. Correios reconheceram problema e prometem regularizar situação. Loja na Rua Matias Aires, na região central de São Paulo, vende caixas padrão Correios para atender a clientes que não conseguem a embalagem na agência Marcelo Brandt/G1 Quem precisa despachar encomenda nos Correios deve ficar atento. Em algumas agências estão faltando caixas e envelopes. Os Correios confirmam o desabastecimento em algumas unidades, e informam que a regularização só deverá ocorrer nos próximos meses (veja nota na íntegra abaixo). Com a falta de produtos, donos de lojas próximas às agências estão aproveitando para vender embalagens para os clientes. E por preços abaixo dos cobrados pela estatal. O G1 visitou, na segunda-feira (13), quatro agências em São Paulo – três próprias e uma franqueada - e ouviu dos atendentes que caixas de encomenda e envelopes grandes (de papel e de plástico) estão em falta há pelo menos 4 meses. Em todas, funcionários sugeriram que as embalagens fossem compradas em estabelecimentos próximos. A reportagem esteve nesses estabelecimentos e comprovou com os proprietários que a venda de caixas e até de papel kraft havia aumentado desde abril. E em dois deles os proprietários passaram a vender as caixas por causa do desabastecimento nas agências. Quem precisa despachar correspondências ou encomendas pode optar por levar a embalagem pronta, desde que siga o padrão estipulado pelos Correios de acordo com o objeto, ou optar por comprar na agência o envelope ou a caixa onde será acondicionada a encomenda. Os Correios ressaltam que, para aceitar a postagem, a embalagem deve ser adequada para chegar ao destino sem ser danificada. Por isso, pode ocorrer de a embalagem não ser aceita e o cliente ter de adquirir a recomendada pelos Correios. No site dos Correios, a lista de embalagens traz o total de 19 caixas de encomenda de vários tamanhos dentro das linhas Básica, Convencional e Temática, e 20 envelopes de papel, cartão e plástico, dentro das mesmas linhas das caixas, e os respectivos preços – veja a lista completa. Agência na Zona Sul Mirella Gaz teve de ir na mesma papelaria duas vezes para conseguir despachar a sua encomenda por causa da falta de caixas em agência dos Correios na Rua Tabapuã Marcelo Brandt/G1 A microempresária Mirella Gaz, de 20 anos, teve de comprar embalagem em uma papelaria após esperar mais de meia hora para ser atendida em uma agência da Rua Tabapuã, na Zona Sul de São Paulo, no mês de maio. Ela chegou para despachar um par de sapatos para uma cliente e ouviu da atendente que não havia caixa para colocar o produto. A funcionária deu a sugestão de ela comprar a embalagem na loja em frente da agência. “Comprei a caixa, embalei, tive que pegar nova senha e esperar para ser atendida de novo”, conta. Na segunda-feira, Mirella teve de despachar outro par de sapatos. Como sabia que não havia embalagem na mesma agência, colocou o produto em uma caixa que encontrou em casa. Mas não foi aceita porque os Correios só permitem que sejam enviadas caixas sem logomarcas. Teve de ir à mesma papelaria da outra vez para passar um papel kraft em volta. Pagou R$ 2 pelo papel e R$ 3 pelo embrulho do funcionário. “Decidi que vou fazer um estoque de caixas em casa e já vir com as embalagens prontas”, diz. Agência dos Correios na Rua Tabapuã, Itaim Bibi, Zona Sul de SP Marcelo Brandt/G1 Na agência da Rua Tabapuã, uma atendente confirmou que não havia embalagem nem envelope disponível e deu a dica da papelaria em frente. O proprietário do estabelecimento diz que a falta de caixas começou em março na agência e de lá para cá aumentou a venda dessas embalagens na sua loja. “A gente sempre vendeu porque nosso preço é a metade do cobrado pelos Correios, mas com a falta na agência nosso faturamento aumentou bastante”, diz Domingos Costa. Embalagens vendidas em papelaria na Rua Tabapuã Marcelo Brandt/G1 Agência na região central Loja de carimbos e chaveiro passou a vender caixas no padrão Correios após desabastecimento em agência na Rua Matias Aires Marcelo Brandt/G1 Outro empresário que está se dando bem com a crise dos Correios é Fernando Kobayashi. Sua loja, que trabalha com chaveiro, carimbos e recarga de cartuchos, começou a vender caixas em maio. “Os próprios clientes sugeriram”, conta. No começo, ele vendida caixas comuns e embalava as encomendas para os clientes com as fitas adesivas. Como a demanda foi aumentando, ele passou a vender caixas com o padrão Correios, com tamanhos similares e com os mesmos dados impressos como destinatário, endereço, cidade e espaço para etiqueta e carimbo. “Descobri o fornecedor e passei a comprar dele. Não é para aumentar faturamento, é para ajudar as pessoas, porque sei que quando a situação for regularizada elas vão parar de comprar”, justifica. Agência dos Correios na Rua Matias Aires exibe as caixas pequenas vendidas a R$ 4,60 Marcelo Brandt/G1 A loja de Kobayashi fica praticamente ao lado da agência dos Correios na Rua Matias Aires, na região central de São Paulo. Ali, segundo a funcionária, só está disponível para venda a caixa menor, que custa R$ 4,60. Na loja ao lado, a mesma caixa custa R$ 4. As demais caixas vendidas pelo comerciante também são mais baratas. Enquanto nos Correios os preços variam de R$ 4,60 a R$ 14,80, na loja de Kobayashi vão de R$ 4 a R$ 7. Ele também vende por R$ 1 o envelope grande, que está em falta na agência e custa R$ 3,20 – o único disponível é o pequeno, de R$ 2,50. Durante a entrevista com o comerciante, o G1 viu dois consumidores indo à loja de Kobayashi comprar um envelope e uma caixa para despachar suas encomendas. Cláudio Rezende e Eliane Cavalcanti levaram a mercadoria que iam despachar na agência da Rua Matias Aires já embalada porque sabiam que a agência estava sem caixa. Em junho, Eliane conta que esteve numa agência da Rua Haddock Lobo, na mesma região, e não havia disponível nenhuma caixa. “Fui até a loja do meu filho e ele deu uma improvisada”, lembra. Cláudio Rezende e Eliane Cavalcanti foram à agência da Rua Matias Aires prevenidos pois sabiam da falta de caixas Marcelo Brandt/G1 Agência na Zona Oeste Agência dos Correios na Rua dos Pinheiros, perto do Largo da Batata Marcelo Brandt/G1 Na agência da Rua dos Pinheiros, no Largo da Batata, Zona Oeste de São Paulo, a atendente informou que só havia a caixa menor, de R$ 4,60, e o envelope pequeno de R$ 2,50. Segundo ela, até mesmo a fita adesiva a agência estava economizando. Os funcionários encaminham os clientes para uma loja de embalagens que fica a cerca de cinco quadras da agência. O proprietário Henrique conta que muitos clientes chegam com caixas improvisadas de supermercados e compram o papel kraft para embalá-las. Mas ele tem vendido caixas para quem precisa despachar as mercadorias. Os preços variam de R$ 4,30 a R$ 7,30. Caixas vendidas em loja de embalagens perto da agência dos Correios de Pinheiros, na Zona Oeste de SP Marcelo Brandt/G1 Agência na Zona Norte Na agência dos Correios da Vila Guilherme, na Zona Norte, que é franqueada, a situação estava um pouco melhor. Havia disponível o envelope pequeno de R$ 2,50, e as caixas de R$ 4,60, R$ 7,50 e R$ 19,90. O G1 flagrou um cliente que queria despachar uma encomenda num envelope grande e acabou aceitando a sugestão da atendente de colocar numa caixa pequena. Celso Augusto Jabur, dono de uma papelaria na Vila Guilherme, Zona Norte de São Paulo, pegou carona na falta de produtos dos Correios Marcelo Brandt/G1 Celso Augusto Jabur, dono de uma papelaria na Vila Guilherme, Zona Norte de São Paulo, pegou carona na falta de produtos dos Correios e passou a vender caixas para os clientes da agência, que fica a quatro quadras de sua loja. “Faz quatro meses que isso começou. Recebo uma média de seis a 10 pessoas por dia aqui”, afirma. Ele cobra R$ 4 pela caixa média já embalada, que nos Correios sairia por R$ 7,50. O envelope grande sai por R$ 0,50. Houve aumento ainda na venda de fitas adesivas e de papel kraft. “Muita gente acaba tendo que embalar as caixas e anexar a nota fiscal das mercadorias do lado de fora”, explica. O administrador da agência franqueada, Luiz Alberto Marinho, nega que esteja havendo desabastecimento de embalagens na agência. “As faltas são sazonais, elas sempre ocorreram. Às vezes falta uma coisa ou outra, mas isso está dentro do previsto”, diz. Segundo ele, a agência tem controle do estoque, e quando verifica que precisa dos produtos pede para os Correios. “Às vezes demora dois meses para vir, mas isso é normal”, afirma. “Tudo o que eu peço eu sou atendido, ou antes ou depois, ou numa quantidade maior, ou menor”. A diferença das franqueadas em relação às próprias é que elas trabalham com metas e resultados, segundo Marinho. “O segredo é como gerenciar tudo, se não tem o envelope eu ofereço a caixa, e vice-versa”, afirma. Segundo Marinho, não há diferenciação no abastecimento entre as agências franqueadas e as próprias. Os preços dos produtos também são os mesmos. O que muda é o gerenciamento, feito por um administrador, que contrata os seus funcionários. Já nas lojas próprias, todos são concursados. Mesmo que não haja produtos para os clientes, o faturamento não é abalado, segundo ele, porque o forte das vendas vem das encomendas despachadas. “O cliente vai ter que postar do mesmo jeito. As atendentes tentam ajudar até onde elas podem [em relação às embalagens]”, diz. Agência dos Correios localizada na Rua Matias Aires, centro de SP Marcelo Brandt/G1 Veja a nota dos Correios na íntegra: “Em função da atualização em nossos sistemas internos, o processo de abastecimento de alguns itens pode ter sido prejudicado em algumas de nossas agências. Os Correios têm priorizado a compra de insumos para as unidades de atendimento e a reposição do material para comercialização já está ocorrendo. O estoque deve ser regularizado nos próximos meses em todo o país.”

    • Regime tenta conter inflação de 1.000.000% no país prevista pelo FMI. Venezuelanos estão céticos com a efetividade das medidas. Nicolás Maduro mostra nota de bolívar soberano, moeda que passa a valer na Venezuela nesta segunda-feira (20) Miraflores Palace/Handout via REUTERS Entra em vigor nesta segunda-feira (20) o pacote de medidas do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para tentar conter a inflação prevista para 1.000.000% neste ano no país. A principal mudança do chamado "Madurazo" será o corte de cinco zeros da moeda local, que passa a se chamar bolívar soberano. No domingo (19), os serviços bancários online e os caixas eletrônicos pararam de funcionar na Venezuela. O apagão bancário já estava previsto para adequar o sistema monetário do país às mudanças na economia. Mensagem em site de banco da Venezuela avisa sobre paralisação dos serviços eletrônicos Reprodução/Internet O presidente disse que a reforma irá vincular o bolívar à criptomoeda petro, recém-lançada pelo Estado, sem fornecer detalhes. Especialistas em criptomoedas dizem que o petro sofre de falta de credibilidade devido à falta de confiança no governo Maduro e à má gestão da atual moeda nacional do país. Novo salário mínimo e gasolina mais cara Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. Carlos Garcia Rawlins/Reuters O regime de Maduro aumentou o salário mínimo em 34 vezes na sexta-feira (17). O valor passará de 5.196.000 bolívares (US$ 20,8 no câmbio oficial ou US$ 1,3 no câmbio paralelo) para 180.000.000 bolívares (US$ 728 ou US$ 45,5). Os valores, segundo o presidente, serão pagos já em bolívar soberano. Outra mudança anunciada por Maduro nos últimos dias foi o fim de subsídios que fazem do preço da gasolina na Venezuela o menor no mundo. Em uma tentativa de atingir opositores ao regime, o presidente venezuelano afirma manter a ajuda de custo por dois anos aos detentores do "carnê da pátria", uma espécie de documento de identidade emitida pelo governo desde 2017. Entre os venezuelanos, desconfiança Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela Adriana Loureiro/Reuters O pacote de medidas não agradou os venezuelanos, que convocaram manifestações para esta semana. Especialistas também se mostraram céticos com a capacidade desse plano econômico em reduzir o colapso econômico enfrentado pela Venezuela. Com medo, a população fez fila em supermercados na semana passada prevendo piora na crise de abastecimento do país. Crise chega à fronteira com o Brasil Família venezuelana é expulsa por brasileiros que vivem em Pacaraima, ao Norte de Roraima Inaê Brandão/G1 RR Desde 2015, quando o colapso econômico na Venezuela se intensificou, venezuelanos cruzam diariamente a pé a fronteira com o Brasil em busca de melhor qualidade de vida. A piora no quadro político no governo Maduro neste ano agravou a crise gerada com o fluxo de imigrantes em Pacaraima, município fronteiriço no norte de Roraima. Desde o início de agosto, autoridades batalham na Justiça sobre o fechamento da fronteira com a Venezuela. A tensão no local piorou no fim de semana, quando moradores brasileiros de Pacaraima entraram em conflito com os imigrantes na cidade depois que um comerciante foi agredido em um assalto cuja autoria é atribuída a venezuelanos. Cerca de 1,2 mil voltaram à Venezuela após o episódio.

    • Moeda local sofrerá corte de cinco zeros para tentar conter inflação que deve chegar a 1.000.000% ao ano. Mensagem em site de banco da Venezuela avisa sobre paralisação dos serviços eletrônicos Reprodução/Internet Os caixas eletrônicos e os serviços bancários online da Venezuela pararam de funcionar temporariamente deste domingo (19) até segunda-feira (20), data em que novo plano econômico no país entra em vigor. O apagão bancário cumpre a medida anunciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, para a "adequação" dos bancos ao pacote de medidas. Os serviços eletrônicos são considerados essenciais na Venezuela porque falta dinheiro em espécie no país. Quem acessou os sites dos bancos venezuelanos encontrou um aviso sobre o bloqueio. Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. Carlos Garcia Rawlins/Reuters A partir de segunda-feira, entra em vigor o plano monetário que corta cinco zeros da moeda. A divisa, inclusive, passará a se chamar Bolívar Soberano. A megadesvalorização é uma estratégia do regime de Maduro para conter a inflação prevista para 1.000.000% em 2018. Como a crise econômica na Venezuela afetou a tensão na fronteira com o Brasil Especialistas, no entanto, estão céticos sobre a efetividade das medidas, apelidas na Venezuela de "Madurazo". "Os próximos dias serão de muita confusão tanto para os consumidores quanto para o setor privado, especialmente o comercial. É um cenário caótico", prevê o diretor da consultora Ecoanalítica, Asdrúbal Oliveros. A oposição, inclusive, convocou protestos e greves na terça-feira, dia seguinte ao feriado bancário decretado para readequar a política monetária do país. Incertezas Venezuelanos fazem fila para abastecer veículos dias antes da virada da moeda do país Frederico Parra/AFP Com medo e sem ter certezas sobre a transição da moeda, a população local fez filas em supermercados e postos de gasolina na semana passada. "Não se sabe o que pode acontecer", disse à AFP Óscar Cabrera, acompanhado da esposa, ao sair de um supermercado em Caracas. "Sabão, um pouquinho de carne, um pouquinho de queijo... E gastamos 70 milhões!", lamentou Omaira Ávila. A cifra equivalerá a 700 bolívares após a reconversão monetária disposta pelo presidente Nicolás Maduro. Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela Adriana Loureiro/Reuters A preocupação também é palpável em cidades como Maracaibo, no petrolífero estado Zulia (nordeste), ou San Cristóbal (Táchira, oeste). "Se me roubam ao pagar, nem vou perceber", se queixou Carolina Palencia, docente de 22 anos, prevendo confusões com as notas, que conviverão por um tempo indeterminado com as anteriores. As notas de menor valor deixaram de ser aceitas por comerciantes há alguns dias. Em Zulia, a mudança monetária chega em meio a uma grave crise elétrica, que paralisou alguns setores por mais de 160 horas contínuas. Em San Cristóbal, entretanto, muitos negócios fecharam pela incerteza. "Prefiro fechar, pois eu mesma não entendo como vamos fazer com as duas moedas", expressou à AFP Luisa Guerra, comerciante de 53 anos.

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