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    • Política econômica dos EUA, desaceleração chinesa, comércio internacional, Brexit e situação na Europa são questões que rondam o desempenho da economia global neste novo ano. Política econômica dos EUA, desaceleração chinesa, comércio internacional, Brexit e situação na Europa são questões que rondam o desempenho da economia global neste novo ano. Saul Loeb / AFP Photo O que o ano de 2019 reserva para a economia global? O crescimento econômico global de 2018 provavelmente fechará em cerca de 3,7%, quando todos os números forem computados, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). As duas principais economias do mundo - Estados Unidos e China - devem registrar índices razoáveis de expansão em 2018. A maior economia de todas, os Estados Unidos, teve dois trimestres de forte expansão no meio do ano passado. Os dados dos últimos três meses do ano passado devem estar disponíveis no fim de janeiro, e mesmo que eles mostrem um pouco de desaceleração, o ano como um todo deve registrar um crescimento bastante forte (para os padrões daquele país), de cerca de 3%. Quanto à China, a desaceleração do crescimento deve continuar em 2018, após três décadas de crescimento estonteante. Mesmo assim, a taxa deve fechar em cerca de 6,6% em 2018, o que é mais que suficiente para produzir uma melhora significativa no padrão de vida dos cidadãos chineses. A maioria das análises mais conservadoras sugere que a retomada do crescimento global, depois da grande recessão de 2008-2009 deve continuar por pelo menos mais um ano - ou mais. Então, o que são as tais nuvens negras? 'Trumponomics' Trump culpou o Fed quando o mercado de ações dos EUA caiu, no fim de 2018. Leah Millis/Reuters É provável que o crescimento nos Estados Unidos seja mais lento em 2019. A aceleração do ano passado refletiu os cortes de impostos realizados pelo presidente Donald Trump em 2017, com efeito em 2018. Há controvérsia entre os economistas sobre o quanto este impacto vai durar. A medida funcionará como um "empurrão", cujos efeitos diminuem ao longo do tempo, ou terá resultados duradouros sobre os incentivos para trabalhar e investir? É preciso também levar em conta o impacto do banco central americano, o Fed (Federal Reserve). A instituição continuará aumentando as taxas de juros para manter a inflação perto da meta de 2% ao ano, como fez ao longo de 2018? Trump acredita que a ação do Fed é uma ameaça para a economia americana. O Fed, disse ele, "é o único problema da nossa economia". Na verdade, Trump reforça essa ideia com tanta frequência que seu secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, sentiu a necessidade de dizer publicamente que o presidente não tem intenção de demitir o chefe do Fed, Jerome Powell. Não está claro também se Trump tem realmente o poder de fazer isso, mas o político republicano certamente se recusaria a nomear Powell para outro mandato à frente do Fed quando o período atual acabar, em 2022 (isto é, se Trump ainda for o presidente dos EUA). De qualquer forma, a mera perspectiva do presidente de os EUA exercer o que muitos consideram ser uma influência indevida sobre o Fed tem potencial para tumultuar o mercado financeiro. O Fed recebe do Congresso dos EUA a responsabilidade sobre a política monetária do país, o que inclui o poder de definir as taxas de juros. A visão mais aceita entre os economistas é a de que manter este tipo de decisões afastadas do controle político direto é a melhor forma, no longo prazo, de controlar a inflação. Há ainda um outro ponto da política econômica de Trump que pode prejudicar o crescimento econômico: o comércio internacional. Guerra tarifária? Xi Jinping, presidente da China, deve retaliar caso os EUA imponham mais tarifas. Mark Schiefelbein/Pool/AFP Os Estados Unidos já estão há algum tempo em confrontação aberta com a China, por causa daquilo que Donald Trump chama de "roubo de tecnologia" das empresas americanas que fazem negócios no país asiático. Daqui a três meses, as tarifas impostas pelo governo Trump a uma gama de produtos chineses sofrerão aumentos, de 10% a 25%. Espera-se que a China retalie os EUA, como fez na primeira rodada de aumentos tarifários. Trump e o presidente chinês Xi Jinping tiveram algumas conversas recentes sobre o tema, e é possível que a "escalada" de agressões seja revertida. Mas não há nada certo. Além disso há as tarifas americanas sobre o aço e o alumínio - criadas sob o pretexto de proteger a 'soberania nacional' dos EUA, e que afetaram um grande número de parceiros comerciais dos americanos. O Brasil e a Argentina se livraram das tarifas, que poderiam ter causado fortes danos à indústria metalúrgica dos dois países. Assim, a perspectiva de mais tensões no comércio internacional é a primeira nuvem carregada no horizonte. Diminuição do crescimento na Europa A Europa tem seus próprios problemas para enfrentar. Os dados econômicos relativos ao terceiro trimestre do ano passado já mostraram uma queda pronunciada no crescimento da zona do Euro. Uma parte destes dados negativos pode refletir uma queda de curtíssimo prazo, causada quando a União Europeia passou a aplicar novas regras para testes de emissão de poluentes de veículos - o que paralisou durante algum tempo essa indústria. Mas os dados ruins podem também ser o começo de uma perda mais significativa de velocidade no processo de recuperação econômica - que nunca foi especialmente forte na Europa. Um levantamento recente sobre o setor industrial na região mostrou que o desaquecimento continuou em dezembro passado - e duas das principais economia do bloco, Itália e França, tiveram retração. A Europa também tem o seu próprio problema de comércio exterior com que se preocupar: o Brexit. O Reino Unido deve deixar a União Europeia em 29 de março. Como exatamente será esta saída ainda é uma questão em aberto - há vários resultados possíveis, alguns dos quais com potencial de destroçar o comércio entre o Reino Unido e o continente. Recessão a caminho? Os mercados de ações tiveram um período turbulento no fim de 2018. Muitas bolsas de valores mundo afora tiveram ganhos vultosos no começo do ano, mas que foram revertidos depois. De forma geral, foi o pior ano para os mercados globais desde a crise financeira de 2008. Preços baixos de ações podem (atenção, podem) ser sinal de alerta de problemas econômicos mais generalizados à frente, e até mesmo de uma nova recessão - mas não é líquido e certo que isso vá acontecer. Como disse ironicamente o ganhador do prêmio Nobel de economia Paul Samuelson, "os indicadores de Wall Street conseguiram prever nove das últimas cinco recessões". Os mercados podem dar alarmes falsos. O mercado de títulos de dívidas - que inclui os títulos dos governos - também está mais perto de acender a luz amarela sobre as perspectivas da economia nos EUA. Um fenômeno conhecido como "curva invertida de rendimentos", observado no fim de 2018, tem sido um indicativo mais confiável de uma desaceleração econômica, embora não diga quando a recessão vai ocorrer. O fenômeno acontece quando, num dado momento, títulos de dívidas com prazo de vencimento mais curto começam a pagar mais aos investidores que os títulos de prazo longo - o contrário do que ocorre geralmente. Dito isso, há economistas sérios que acreditam que os Estados Unidos estão à caminho de uma recessão - não neste ano, mas em 2020. Nouriel Roubini, que previu a crise de 2008, é um deles. Ele também avisa que a próxima recessão será mais difícil para o governo dos EUA e o Fed que a anterior. A China também tem com o que se preocupar - ali, há o crescimento das dívidas do governo e das empresas, que pode comprometer a estabilidade financeira do país. Pesquisas recentes com as empresas do país mostram que o número de encomendas novas recebidas pelas fábricas caiu em dezembro de 2018. É a primeira vez que isso acontece nos últimos dois anos. Tudo considerado, há boas razões para considerar as perspectivas de 2019 em diante mais nebulosas do que jamais estiveram, em anos.

    • Embarques foram puxados pela demanda chinesa, segundo o Ministério da Agricultura. País é o maior exportador global açúcar, café, suco de laranja e soja. Exportações para a China aumentaram em US$ 9 bilhões no ano passado, segundo ministério da Agricultura. Reuters/Aly Song As exportações do agronegócio do Brasil atingiram um recorde nominal de US$ 101,7 bilhões em 2018, alta de 5,9% ante 2017, informou nesta sexta-feira (18) o Ministério da Agricultura, destacando o apetite chinês por produtos nacionais. O recorde anual anterior ocorreu em 2013, quando o país exportou US$ 99,9 bilhões. O Brasil é o maior exportador global de itens como açúcar, café, suco de laranja e soja. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do ministério, as exportações para a China aumentaram em US$ 9 bilhões no ano passado, à medida que o gigante asiático se voltou principalmente à soja brasileira, dada a guerra comercial entre Pequim e Washington. No complexo soja, o grão foi o principal produto exportado, com volume recorde de 83,6 milhões de toneladas em 2018. Segundo o boletim da secretaria, "o incremento na quantidade exportada não ocorreria sem a forte demanda chinesa". Já o comércio de carne bovina in natura atingiu volume recorde na série histórica iniciada em 1997. No ano passado, foram exportadas 1,35 milhão de toneladas (12,2%), sendo 322,3 mil toneladas à China. A celulose também registrou bom desempenho em 2018, ainda impulsionada pela procura da China, disse a secretaria do ministério.

    • Artigos 11 e 13 são os mais questionados pelos países do bloco e também por youtubers. Texto foi aprovado pelo Parlamento Europeu no ano passado e agora passa por conversas finais. Diretriz de Direitos Autorais aprovado pelo Parlamento Europeu provocou reação de youtubers, que afirmam que seus canais serão apagados. REUTERS/Arnd Wiegmann A diretriz de direitos autorais da Europa, aprovada pelo Parlamento Europeu em 2018 e que vem causando grande polêmica entre youtubers, encontrou resistência nesta sexta-feira (18) de 11 países da União Europeia. Uma reunião para debater os ajustes finais na proposta foi cancelada depois que eles se opuseram aos artigos 11 e 13, demonstrando preocupação com essas partes do texto. Alguns países afirmam que as regras impõem restrições demais a pessoas que criam conteúdo online; outros dizem que elas são insuficientes para proteger os donos dos direitos autorais. Segundo a parlamentar Julia Reda, do Partido Pirata da Alemanha, contrária às novas regras, Alemanha, Bélgica, Holanda, Finlândia e Eslovênia já se opunham à diretiva. A esses países agora se somam Itália, Polônia, Suécia, Croácia, Luxemburgo e Portugal. Os representantes dessas nações não conseguiram chegar a um acordo sobre a diretriz, que precisa de uma maioria qualificada para prosseguir até a votação final no Parlamento Europeu, o que deve acontecer até o final março deste ano. Se ela for aprovada, os membros da União Europeia terão 2 anos para atualizarem suas legislações nacionais. A diretiva não é uma lei por si só: ela serve para compelir os países do bloco a adaptarem suas próprias legislações e balizar os textos que serão criados. A polêmica Além da falta de acordo entre membros da UE, a diretriz vem causando atritos entre o YouTube e os legisladores do bloco europeu, especialmente por conta desses dois artigos: Artigo 11: apelidado de "imposto do link", prevê a cobrança por compartilhamento de links e pequenos resumos de notícias em plataformas comerciais, mas não deixa claro quais plataformas são essas que serão enquadradas; Artigo 13: conhecido como a “proibição de memes”, ele restringe o uso de conteúdo produzido por terceiros, como ocorre normalmente nessas brincadeiras e também em "vídeos-reação". Fim dos canais no YouTube? O Artigo 13 afirma que “serviços online de partilha de conteúdo e detentores de direito de propriedade intelectual devem cooperar de boa-fé para garantir que trabalho protegido e outros conteúdos não sejam divulgados de maneira desautorizada em suas plataformas”. Segundo o YouTube e os produtores do site, isso passa a responsabilidade de vigiar o mau uso de propriedade intelectual para as empresas e plataformas. Antes, essa prerrogativa pertencia ao dono do direito autoral, que deveria denunciar quando seu trabalho é usado de maneira irregular por outro produtor de conteúdo. Ainda enquanto a diretriz era discutida, o YouTube alegou que não teria como lidar com a quantidade de processos que surgiriam com a mudança por não conseguir vigiar a totalidade de vídeos que entram na plataforma. Em carta aos produtores de conteúdo da plataforma, a empresa afirmou que, se a legislação fosse levada a cabo, só permitiria o funcionamento de canais de algumas grandes empresas, que detêm o direito autoral de tudo que publicam. Isso porque seria arriscado demais hospedar conteúdo de pequenos produtores. “Essa legislação impõe uma ameaça à maneira como você vive e sua habilidade de compartilhar sua voz com o mundo. E, se for implementado, o Artigo 13 ameaça centenas de milhares de empregos, criadores europeus, negócios, artistas e qualquer pessoa que ele empreguem”, disse a presidente do YouTube, Susan Wojcicki, tanto na carta quanto em um vídeo publicado na plataforma. Susan Wojcicki, presidente do YouTube, escreveu carta se posicionando contra o Artigo 13. Reed Saxon/AP Em outro texto, publicado no jornal britânico "Financial Times", Wojcicki afirmou que, em escala, a responsabilidade pelo conteúdo seria muito grande. "Multiplique esse risco por 400 horas de vídeo que são disponibilizados por minuto no YouTube e nenhuma empresa conseguirá lidar com as responsabilidades legais e com o risco financeiro". Ela afirmou que concorda com os objetivos previstos pelo Artigo 13, mas acredita que a proposta irá criar "consequências não previstas na vida de centenas de milhares de pessoas", como as que aconteceram com as tentativas anteriores de regular direito autoral. Reação dos youtubers Depois da mensagem, youtubers como o português Wuant (3,3 milhões de seguidores) e Felipe Neto (29,4 milhões) publicaram vídeos em que afirmam que seus canais poderiam ser apagados em decorrência da mudança. Felipe Neto também aderiu aos protestos contra a Diretriz aprovada na Europa. Reprodução Na visão dos críticos, a nova diretriz vai exigir que exista uma rede de checagem antecipada, em que o conteúdo com uso de músicas ou de imagens produzidas por terceiros — como as usadas nos memes e nos “vídeos de reação” — seja banido antes mesmo de ir ao ar. O que diz a comissão A Comissão Europeia rebateu as críticas com outra carta, em que direciona a responsabilidade de cumprir a diretriz ao YouTube e promete que canais e memes não vão desaparecer. “Os vossos vídeos não vão ser apagados e a vossa liberdade de expressão não vai ser limitada", escreveu Sofia Colares Alves, representante-chefe da Comissão Europeia em Portugal. "O artigo 13º não se dirige a youtubers e não vai afetar os vossos canais. Dirige-se, isso sim, a plataformas como o YouTube, que têm lucrado graças a conteúdos que não cumprem as leis de direitos de autor.” "Os memes não vão desaparecer", disse ela. "Aliás, os memes são protegidos por uma exceção na diretiva de direitos de autor de 2001." Compartilhamento de notícia A polêmica com o Artigo 11 envolve plataformas que agregam notícias, como o Google News. Segundo a diretriz, eles terão de pagar uma taxa e ter uma licença para disponibilizar links e pequenas descrições de reportagens de jornais, revistas e portais. A ideia é remunerar as empresas que fazem esse conteúdo. O texto, no entanto, cita que usuários estão excluídos e que não se deve "prevenir o uso privado legítimo e não-comercial" de publicações de imprensa. Mas não deixa claro o que vale como plataforma comercial e se blogs que agregam notícias ou mesmo páginas no Facebook com grande audiência seriam enquadrados. Tentativas anteriores Outras leis semelhantes ao Artigo 11 já foram aprovadas em alguns países da Europa. Na Espanha, um projeto de 2014 estabeleceu que as empresas de comunicação cobrassem dos agregadores por compartilhar resumos de notícias. O Google reagiu, fechando a divisão local do Google News. E os pequenos agregadores locais deixaram de funcionar porque não conseguiram arcar com os custos do compartilhamento. O tráfego dos sites de notícia do país caiu 15% na média. Na Alemanha, uma lei de 2013 permitia que criadores de conteúdo escolhessem cobrar ou não por notícias. O resultado foi o Google deixando de mostrar sites que optaram pela cobrança e uma consequente queda no tráfego online.

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