Home

CONHEÇA A EXTRACREDI

A EXTRACREDI - Extremo Oeste Agência de Crédito é uma instituição que financia micro e pequenos negócios.

CLASSIFICADOS

EVENTOS

Mantenha-se atualizado e fique atento aos eventos relacionados, que acontecem em Santa Catarina, no Brasil e o Mundo.

TRABALHE CONOSCO

CASOS DE SUCESSO

Pessoas Empreendedoras e Empresas que se mantiveram parceria com a EXTRACREDI, contam suas histórias vencedoras.

COTAÇÕES FINANCEIRAS

Notícias Financeiras


    • O que está por trás do fenômeno da selfie sexy? A obsessão online que vivemos hoje tem sido vinculada à vaidade e até à opressão de gênero. Mas esse poderia ser também um comportamento guiado pela economia. A cantora Pixie Lott faz selfie no tapete vermelho do Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2015 Benoit Tessier/Pool via AP Uma imagem vale mais que mil palavras. Da mesma forma, parece que há mais por trás das selfies do que pode parecer à primeira vista. A obsessão online que vivemos hoje tem sido vinculada à vaidade e até à opressão de gênero. Mas poderia ser também um comportamento guiado pela economia? Asma Elbadawi é uma artista visual de origem inglesa e sudanesa. Ela acha que o capitalismo moderno impulsiona as mulheres a se fotografarem como objetos de desejo. Recentemente, ela postou uma selfie no Instagram com desenhos no rosto, lembrando as marcas feitas em pacientes antes de uma cirurgia plástica. Na imagem, ela citou uma frase de um de seus poemas, intitulado "Shades" (sombras, em português): "mantenha-se na moda em um mundo que cria inseguranças e oferece-as como alimento para sua população". Fotografia artística de Asma Elbadawi, divulgada em seu Instagram, na qual seu rosto está repleto de riscos que simulam a preparação de uma cirurgia plástica ASMA ELBADAWI/ INSTAGRAM Elbadawi, ativista reconhecida pelo empoderamento de jovens muçulmanas, afirma que sua intenção era usar a linguagem de cartazes publicitários, criando uma mensagem irônica. "Eu percebi, ao longo dos anos, com o crescimento das redes sociais e a queda nos preços de cirurgias cosméticas, que as mulheres ao redor do mundo têm mudado seus traços faciais para se parecerem mais com as europeias, além de colocarem implantes para realçarem suas curvas", afirmou. "Eu era constantemente bombardeada com imagens de mulheres sensuais e perfeitas. E com propagandas que tentavam me vender produtos cosméticos e para emagrecer. Isso me fez perceber que, de muitas formas, o capitalismo cria inseguranças por meio de publicidade, para então lucrar com os consumidores - bem como fazer com que as mulheres se vistam e tenham uma aparência específica para o público masculino". Selfies sensuais são sinal de discriminação de gênero O trabalho de Elbadawi levanta uma questão interessante. Conquistas femininas possibilitaram às mulheres denunciarem tudo que as objetifica, desde a cantada na rua até a cultura machista do teste de sofá de Hollywood. Apesar disso, a disseminação das redes sociais faz com que sejamos bombardeados com imagens sexualizadas de mulheres. Por quê? Khandis Blake, psicóloga na Universidade de New South Wales, em Sydney, pesquisa o que a sexualização das mulheres pode nos dizer sobre as sociedades. Segundo ela, as selfies são geralmente tiradas como um sinal de discriminação de gênero. Ou seja, as mulheres tiram selfies porque elas sentem que precisam parecer atraentes para os homens. Mas, além disso, a última pesquisa de Blake encontrou um aspecto econômico. Em um artigo publicado no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), Blake descreve suas descobertas depois de analisar centenas de milhares de selfies tiradas em 113 países - dentre as quais foram selecionadas 68 mil selfies "sexy". Selfie sexy é mais comum em países mais desiguais O resultado é que o fenômeno da selfie sexy é mais prevalente em países educados e desenvolvidos, afirma Blake. "São as mesmas sociedades que passaram décadas lutando contra a objetificação sexual de mulheres e garotas - e que estão fazendo com que homens poderosos expliquem seu comportamento em relação a mulheres". Para entender essa aparente contradição, a equipe da psicóloga avaliou indicadores econômicos e de gênero nesses países. E descobriu que as mulheres são mais propensas a investir tempo e esforço em tirar e postar selfies sexy em países onde a desigualdade econômica está subindo. Isso explicaria, segundo ela, por que os Estados Unidos, Reino Unido e Cingapura - onde a desigualdade de renda está aumentando - estão entre os países mais viciados em selfies, juntamente com um conjunto de países menos desenvolvidos mas muito desiguais - como Brasil, México e Colômbia. As pessoas em países desenvolvidos com baixa desigualdade de renda - como Noruega, Suécia, Islândia e Dinamarca - tiram menos selfies sexy. Assim, "a sexualização pode ser uma marca de ascensão social" e competição feminina. Blake afirma que suas conclusões são consistentes com dados econômicos. As mulheres que vivem em regiões com grande desigualdade econômica nos Estados Unidos gastam mais em salões de beleza e lojas de roupas, por exemplo. Asma Elbadawi diz que teme que as meninas nunca aprendam a gostar de seus corpos BBC Quem está no controle? Kim Kardashian, celebridade de TV e magnata dos cosméticos, tem uma fortuna de US$ 350 milhões, segundo a Forbes. Ela tem sido chamada de a mulher mais fotografada da história. Segundo Blake, parecer atraente ou sexy nos dias de hoje "pode dar grandes retornos, econômicos, sociais e pessoais". "Falar para as jovens pararem de postar selfies sexy é como pedir que renunciem ao que o capitalismo lhes oferece". O problema surge quando mulheres são pressionadas a terem uma aparência específica, que pode se tornar algo opressivo, afirma. Asma Elbadawi teme que as jovens nunca aprendam a gostar de si mesmas e de seus corpos. Em algumas culturas, "as jovens sentem medo de desenvolverem músculos se praticarem esportes. Na verdade, alguns dos namorados delas pedem que parem de jogar. Eles acham que isso pode torná-las menos femininas e atraentes", diz ela, que também é instrutora de basquete. É uma pena, diz Elbadawi, porque as garotas podem aprender muito sobre "desenvolvimento pessoal e como conectar mente e corpo para dar o seu máximo. Mas isso é desprezado. Instrutores de academia, blogueiros de moda e artistas da maquiagem têm milhões de seguidores porque focam em como obter o corpo e aparência perfeitos". Initial plugin text

    • Convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado. Aprovados têm dez dias para comparecer à UEPB. Campus da UEPB em Campina Grande Junot Lacet Filho/Jornal da Paraíba A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) publicou novo edital de convocação para os candidatos aprovados e classificados no processo seletivo para o cargo de agente de portaria da instituição. O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (22) e conta com onze aprovados para preencher as vagas remanescentes. Conforme o edital, os convocados devem comparecer à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da UEPB entre os dias 24 de setembro, na segunda-feira, e 5 de outubro, das 8h às 11h e das 14h às 16h, para entregar a documentação necessária. A Progep fica localizada na sala 111, no 1º andar do prédio administrativo do campus de Bodocongó, em Campina Grande. O processo seletivo ofereceu 42 vagas para o cargo de agente de portaria, com salário inicial de R$ 1.502,24. Os selecionados cumprirão uma carga de 40 horas semanais. Cocumentação exigida (original e cópia): Comprovante de escolaridade (cópia autenticada em cartório); RG, CPF, título de eleitor e último comprovante de quitação eleitoral; PIS/PASEP, carteira de trabalho (página que contém nº e série e o verso dessa página); Reservista (candidatos do sexo masculino), certidão de nascimento ou casamento; Dependentes (registro civil, CPF, cartão de vacina e comprovante de matrícula dos filhos com idade igual ou inferior a 7 anos); Comprovante de residência com CEP atualizado; Declaração de imposto de renda atualizada; Declaração fornecida pelo órgão em que trabalhou anteriormente de não ter sofrido no exercício de cargo ou função pública nenhum tipo de penalidade administrativa; Folhas de antecedentes das polícias federal e estadual dos estados em que haja residido nos últimos 5 anos; Uma fotografia 3×4 recente; Declaração que comprove não ser aposentado por invalidez e nem estar com idade de aposentadoria compulsória; Declaração que comprove não receber proventos oriundos de cargo, aposentadoria, emprego ou função, exercidos no âmbito da União, do Território, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e suas Autarquias, Empresas ou Fundações; Atestado de Saúde Ocupacional (ASO); Laudo Médico para os aprovados que concorreram às vagas para portadores de necessidades especiais, que ateste a deficiência com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença (CID) emitido por especialista da área da deficiência. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3315-3494. O edital de convocação com a relação completa dos convocados pode ser acessado no site da UEPB ou no DOE. O modelo da declaração negativa de acumulação de cargos também pode ser encontrado no site da UEPB.

    • Aplicação teve o melhor retorno no ano e mais da metade de seu patrimônio em cotas do pequeno investidor; conheça investimentos que se beneficiam da valorização da moeda estrangeira. Com a forte disparada do dólar nas últimas semanas, nenhuma modalidade de investimento rendeu mais que os fundos cambiais desde o início do ano. A perspectiva de valorização da moeda fez dobrar a procura de pessoas físicas por esse tipo de aplicação, tradicionalmente mais acessível a grandes investidores. 6 pontos para entender por que o dólar está subindo Como o sobe e desce do dólar influencia minha vida? Os fundos cambiais são aplicações que investem pelo menos 80% de sua carteira em ativos ligados à cotação de moeda estrangeira, – em regra o dólar e o euro, que são mais fortes. Sempre que estas moedas se valorizam, o rendimento acompanha a alta na mesma proporção. Nota de US$ 5. REUTERS/Thomas White A quantidade de pessoas físicas que compraram cotas nestes fundos saltou de 17.578, do início de janeiro, para 34.650 até a última sexta-feira (13), um aumento de quase 100%, mostram dados da provedora de informações financeira Morningstar, compilados pelo administrador de investimentos Marcelo D’Agosto. “Esse aumento mostra a dimensão do crescente interesse de investidores menores neste tipo de investimento”, explica o especialista ao G1. Apesar de somar uma parte ínfima do mercado trilionário de fundos no Brasil, o patrimônio líquido destas aplicações cresceu 60% de dezembro a julho deste ano. Passou de R$ 3 bilhões para R$ 5,2 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). “Em especial este ano, diante da volatilidade ligada a questões locais e a tensões no mercado internacional, o fundo cambial se tornou um instrumento interessante de proteção contra essa variação”, explica o vice-presidente da Anbima, Carlos André. Quando se olha o patrimônio destes fundos, nota-se que a maior parte (56%) vem de pessoas físicas, somando os segmentos de varejo (que investem via de regra até R$ 100 mil), alta renda e private banking (investidores que aplicam, em geral, mais de R$ 1 milhão). Entre janeiro e julho, 65% da captação líquida (entradas menos saídas) destes fundos cambiais veio deste tipo de investidor. Para D’Agosto, a oferta maior do produto no mercado ajudou a popularizar estes fundos. Em tempos de incerteza política, juros baixos e câmbio volátil, a modalidade passou a ser mais indicada nas plataformas de investimento operadas por bancos e corretoras. “Hoje existe uma oferta [de cotas em fundos cambiais] capaz de atender essa demanda maior do varejo, que antigamente era mais restrita a grandes investidores”, aponta D'Agosto. Rendimento em alta Quem investiu neste tipo de aplicação no início do ano teve um retorno médio de 24,68% até o final de agosto, de acordo com levantamento da Anbima. Mas o potencial de alta do fundo cambial implica também em alto risco de perdas. Em vista disso, a recomendação dos gestores é alocar apenas uma parte dos recursos neste tipo de investimento – a velha regra de não colocar "todos os ovos na mesma cesta". “O fundo cambial é uma opção interessante para pessoas físicas que procuram uma forma relativamente simples de diversificar seus investimentos”, considera o vice-presidente da Anbima, Carlos André. A aplicação também funciona como uma alternativa de hedge (proteção cambial no mercado futuro) para investidores corporativos que não têm interesse em atuar no mercado futuro, uma modalidade que implica em contratos mais complexos negociados na bolsa ou no mercado a termo. Além da possibilidade de lucro no curto prazo, os fundos cambiais também são indicados como proteção para quem tem compromissos pré-agendados em moeda estrangeira, diante uma potencial desvalorização do real. O mais comum para pessoas físicas são as viagens planejadas para o exterior, seja com objetivos turísticos ou educacionais. Veja abaixo os investimentos que, em geral, costumam se beneficiar com a alta do dólar: Fundos cambiais São aplicações que investem pelo menos 80% de sua carteira em ativos ligados à cotação de moeda estrangeira, especialmente as mais fortes como dólar e euro. Sempre que estas moedas se valorizam, o rendimento cresce na mesma proporção.Há cobrança de taxas e Imposto de Renda que varia de 15% a 22,5%, dependendo do tempo em que o dinheiro estiver aplicado. Ações de empresas com receita em dólar Papéis de companhias brasileiras dolarizadas (que têm suas principais fontes de receita em dólares) são indicadas quando há perspectiva de alta da moeda dos Estados Unidos. Isso porque, quando o dólar se valoriza, elas em geral melhoram seus balanços. São exemplos as grandes exportadoras dos setores de mineração, aviação e papel e celulose. Fundos multimercados Este tipo de investimento, que usa a diversificação como estratégia, pode investir parte de sua carteira com exposição em ativos cambiais ou no mercado futuro, se a leitura do gestor for de possível valorização do dólar. “É uma outra forma indireta de se beneficiar dessa valorização”, diz André. Fundos de ações de BDRs Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) são emitidos no Brasil e têm lastro em ativos negociados em bolsas no exterior, geralmente ações de empresas estrangeiras. Como o valor destas ações é em dólares, quando a moeda se valoriza, o valor destas ações sobe. “Se a ação subir, o investidor pode ter um duplo ganho com o câmbio e com a própria ação”, explica o vice-presidente da Anbima. ETFs da bolsa americana Os fundos de índices (ETFs,Exchange Traded Funds, em inglês) são aplicações que replicam índices negociados em bolsa e eles permitem investir em índices como Nasdaq e Dow Jones sem precisar enviar dinheiro para fora. A lógica é a mesma dos BDRs: quando a tendência é de alta do dólar, essas ações ficam mais valiosas em relação ao ativos em real. Contratos futuros de dólar São derivativos, que consistem em contratos de compra ou venda de moeda estrangeira em que se negocia previamente uma cotação futura. Quando o investidor aposta na alta da moeda, ele opera comprado. Quando ele acredita que o dólar vai cair, ele opera vendido. Dólar em espécie A estratégia é mais indicada para quem tem uma viagem marcada para o exterior no curto ou médio prazo. Ela consiste em adquirir aos poucos a moeda em papel, para se proteger das eventuais oscilações no período que antecede o compromisso.

Parceiros

AMCRED-SC BADESC BNDS JUROZERO MICRO CREDITO SOCIAL MICROCREDITO DE SANTA CATARINA MICROMOB POLOCRED