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    • Aumento ocorre mesmo com a redução do preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Preços tiveram alta na semana, diz ANP Marcelo Brandt/G1 Os preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A alta ocorre mesmo com a Petrobras reduzindo os preços da gasolina e do diesel nas refinarias. Em janeiro, a estatal já promoveu dois cortes. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,17%, para R$ 4,594, nesta semana. O preço do diesel teve alta de 0,24% no período, para R$ 3,8 por litro, em média. O preço do etanol também subiu na semana. O avanço foi de 0,19%, para R$ 3,247 por litro. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Preços na refinaria Na quinta-feira (23), a Petrobrás informou que o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias seria reduzido em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira. Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias. A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional.

    • Valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Estudo foi feito para diagnosticar perdas quantitativas e qualitativas no armazenamento de trigo Embrapa Trigo/Divulgação A pressão que tem elevado os preços do trigo no Brasil deve permanecer pelo menos até a entrada da próxima safra do cereal, em meados de setembro, disse nesta sexta-feira (24) a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo). Acompanhe a cobertura de Agro do G1 A situação é puxada especialmente pela forte alta nos valores do trigo nos mercados externos, em meio a problemas climáticos em locais como Austrália, Europa e Mar Negro, dificuldades logísticas na França, perda de produção na Rússia e expressiva demanda asiática. "Este período turbulento se estenderá, no mínimo, até a entrada da próxima safra em meados de setembro, se tudo correr bem", concluiu a entidade. Principal fornecedora de trigo do Brasil (que é importador líquido da commodity), a Argentina foi favorecida por todo o contexto, que fez com que nos últimos dois meses a cotação do cereal no país saltasse 26%, para US$ 240 por tonelada (FOB), ampliando a pressão sobre o mercado brasileiro. Localmente, a desvalorização do real frente ao dólar desde o início do ano e a quebra de safra de 33% no Paraná também contribuíram para o atual cenário, segundo a Abitrigo. Ainda, segundo a entidade, grandes mercados internos já comercializaram toda a última safra, impactando na oferta local. Recentemente, de acordo com a Abitrigo, os valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Tudo isso faz com que os moinhos encarem uma forte pressão de custos, que "inevitavelmente gerará um expressivo reajuste de preços das farinhas nas próximas semanas".

    • Construção civil volta a ter saldo positivo desde 2011, enquanto indústria completa oitavo ano seguido com mais demissões do que contratações. Carteira de trabalho Getty Images Com saldo positivo de 9.155 vagas, a microrregião de Campinas, formada por 16 municípios, encerrou 2019 com o melhor desempenho na criação de postos de trabalho com carteira assinada em seis anos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24), pelo Ministério da Economia. Entre os setores que impulsionaram as contratações estão serviços e comércio, com destaque para a construção civil, que voltou a ter números positivos desde 2011. Por outro lado, a indústria completou o oitavo ano seguido com dados negativos. O economista Roberto Brito de Carvalho, da PUC-Campinas, explica que o aumento nas vagas formais na construção têm relação com o aquecimento do mercado em 2019, com aumento da oferta de crédito para novos imóveis. "É um segmento que contrata muito mas que, de forma geral, tem uma remuneração mais baixa, que acaba não refletindo tanta na economia. Por outro lado, os cortes na indústria são preocupantes, já que são empregos com melhor nível de remuneração", explica. Saldo de vagas por setores Extrativa mineral: -5 Indústria de transformação: -2.054 Serviço Ind. de Utilidade Pública: 699 Construção civil: 1.314 Comércio: 3.823 Serviços: 5.387 Administração Pública: -99 Agropecuária, Extração Vegetal, Caça e Pesca: 90 Microrregião de Campinas Das 16 cidades que formam a microrregião de Campinas, a metrópole é que registrou o maior saldo positivo de vagas formais criadas em 2019, com 2.553. Indaiatuba (SP), com 1.695 contratações a mais do que demissões, e Vinhedo (SP), com saldo de 1.311 postos abertos, também se destacaram. Por outro lado, quatro municípios registraram mais demissões do que contratações, e fecharam 2019 no "vermelho". Foram os casos de Elias Fausto (SP), Jaguariúna (SP), Monte Mor (SP) e Valinhos (SP). Saldo de vagas formais em 2019 Americana: 529 Campinas: 2.553 Cosmópolis: 248 Elias Fausto: -19 Holambra: 551 Hortolândia: 823 Indaiatuba: 1.695 Jaguariúna: -107 Monte Mor: -69 Nova Odessa: 625 Paulínia: 627 Pedreira: 380 Santa Bárbara d'Oeste: 325 Sumaré: 18 Valinhos: -335 Vinhedo: 1.311 Veja mais notícias da região no G1 Campinas

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